Os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios de longa duração do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisam ficar atentos às regras da prova de vida em 2026. Apesar do procedimento continuar obrigatório para a manutenção dos pagamentos, a maioria dos segurados não precisa mais comparecer presencialmente a bancos ou agências do instituto para realizar a comprovação.
Atualmente, o próprio INSS realiza a verificação por meio do cruzamento de informações em bases de dados do governo. Acesso ao aplicativo Meu INSS com conta Gov.br, emissão de documentos, atualização do CadÚnico, votação nas eleições, atendimento no SUS, perícias médicas e até operações de crédito consignado com biometria podem servir como comprovação automática de vida. Basta que uma dessas interações seja identificada pelo sistema dentro do período analisado.

A atenção deve ser redobrada apenas para os beneficiários que não tiveram nenhuma movimentação registrada. Nesses casos, o INSS envia uma notificação por meio do aplicativo Meu INSS, da Central 135, do Gov.br ou até por aviso no extrato bancário. Somente quem recebe essa convocação precisa tomar providências para regularizar a situação.
Prova de vida do INSS ficou mais fácil
Após a notificação, o segurado tem prazo de 60 dias para realizar a comprovação de vida. O procedimento pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS com reconhecimento facial, pelo Gov.br, no banco responsável pelo pagamento do benefício ou presencialmente quando necessário. Caso a regularização não ocorra dentro desse período, o benefício poderá ser bloqueado. Se a pendência continuar por mais 30 dias, o pagamento será suspenso.
Para conferir se a situação está regular, o beneficiário pode acessar o Meu INSS e consultar a opção “Prova de Vida”, onde aparecem a última validação registrada e eventuais pendências. O instituto também alerta para golpes e reforça que não solicita envio de senhas ou documentos por aplicativos de mensagens.





