Convenção do PDT confirma candidatura de Carol Braz ao governo do Amazonas
Ao lado do presidenciável Ciro Gomes, a defensora pública Carol Braz irá disputar o cargo no executivo com o engenheiro Cláudio Machado na chapa
A convenção do PDT confirmou na noite desta segunda-feira a candidatura ao Governo do Amazonas da defensora pública Carol Braz e o engenheiro Cláudio Machado como vice.
Conforme adiantado pela agora confirmada candidata, o nome do vice é oriundo do próprio PDT que optou por não fazer coligação com outros partidos.
Na saída do evento, Carol Braz afirmou ao A CRÍTICA que com a confirmação da sua candidatura espera que o seu nome ficará mais conhecido no eleitorado.
“As pessoas vão descobrir que não precisam votar nos mesmos de sempre. Eles terão uma opção. Com o lançamento teremos um espaço igualitário nos veículos de comunicação para mostrar nossas propostas”, declarou a candidata.
A convenção também confirmou candidatura ao Senado Federal do ex-secretário de Educação, Luiz Castro, além de 40 nomes para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM)
Na primeira e segunda suplência de Luiz Castro foram confirmados os nomes de professor Fran e Madalena Silva, respectivamente.
O discurso de Castro foi recheado de indiretas aos dois líderes das pesquisas de intenção de voto ao Senado.
“Tem gente aí que posa de ex-grande legislador e não aprovou três leis. Conseguiu aprovar mais de três leis como deputado”, disparou Luiz Castro contra Arthur Neto que disputa o Senado pelo PSDB.
O evento da convenção pedetista contou com a presença do presidenciável da sigla, Ciro Gomes, chamou de crime o novo decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL) que zerou a alíquota do IPI do polo de refrigerantes da Zona Franca de Manaus (ZFM)
“É um crime o que ele (está) fazendo por aqui não irrelevante. São 8% da produção industrial brasileira num lugar em que a política é muito cara. Prática todos insumos vêm de fora se não compensar com tratamento creditício, tributário, de logística, vão destruir uma produção que o Brasil não pode abrir a mão de fazer”, analisou Ciro Gomes.