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EXPERIÊNCIA

Suíço que mora em Manaus há 26 anos conta como foi assistir ao empate na Rússia

Após o 1 a 1 entre Brasil e Suíça, Franz Schuler viaja nesta terça-feira (19) para São Petesburgo onde assiste ao duelo entre Brasil e Costa Rica, na próxima sexta-feira (22). O palpite? 4 a 0 para a seleção brasileira 18/06/2018 às 21:26
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Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

Se muito brasileiro torceu o nariz para o empate em 1 a 1 contra a Suíça no último domingo, em Rostov, teve quem ficasse feliz. Sim, a torcida da Suíça comemorou o ponto conquistado contra uma das seleções favoritas, mas quem foi para a partida esperando um empate entre Brasil e Suíça foi Franz Schuler, suíco que mora em Manaus há 26 anos e está na Rússia para assistir a Copa.

“A Suíça entrou mais concentrada que Brasil. Depois o Brasil melhorou e fez o gol, mas deixou a desejar. Precisa melhorar bastante em todas as áreas. Se o Neymar resolve de jogar em vez de fazer gracinhas, vai ganhar fácil da Costa Rica”, diz o suíço que, de Rostov segue, hoje, para São Petesburgo onde assiste Brasil e Costa Rica, na sexta. O palpite para o jogo? “Quatro a zero”, diz.

Quanto ao clima das torcidas no estádio, ele diz que a confraternização foi visível, mesmo que o clima dentro de campo entre brasileiros e suíços não tenha sido tão amistoso assim.
“Não falei com muitos suíços no estádio, mas a alegria estava estampada no rosto pois para a Suíça empatar com Brasil é como uma vitória. A maioria dos suíços respeitam e gostam do Brasil. Vi muita amizade e interação entre as duas torcidas”, contou.

Sobre a cidade de Rostov, que fica na região sul da Rússia, Franz compara a Manaus. “Eu diria que é a Manaus entre as sedes, se comparada com a Copa no Brasil. Rostov tem seu charme. Está na beira de um rio e talvez com estádio mais bonito da Copa (segundo terceiros)”, explica.  Na Copa passada, o suíço que morava no bairro da Alvorada 2 (próximo à Arena) pôde assistir a a seleção Suíça golear a de Honduras na Arena da Amazônia.

Organização

Quanto à organização do Mundial, o torcedor diz que a Rússia está bem tanto em questão de organização quanto de estrutura. “A organização é muito boa. Os russos são bem educados e a presença de polícia é constante e muito respeitada. Aqui me parece que tudo ficou pronto à tempo. Muitas obras que beneficiam a população saíram da planta, diferentemente da Copa do Brasil, que também tinha muitos projetos, mas acabou tudo no ralo como sabemos”, explica citando algumas obras na cidade como uma ponte próxima ao estádio, o próprio estádio, que é novo, e o aeroporto da cidade, construído para receber os visitantes e delegações durante o Mundial.

Os elogios também foram mantidos para os anfitriões. “Fiquei quatro dias antes em Moscou, durante a abertura da Copa. É lindo! Um povo muito educado e hospitaleiro”, contou.

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