Cantora Elisa Maia lança EP audiovisual
Faixas do 'Dança Sozinha Sessions' fazem reflexões sobre o corpo, autoestima, força, entre outros. EP já está nas plataformas
A cantora Elisa Maia apresenta seu EP audiovisual ao vivo intitulado “Dança Sozinha Sessions”. O projeto traz quatro faixas que exploram uma diversidade de estilos musicais, com influências na sonoridade que vão do rock noventista até bases de reggae, R&B e programações eletrônicas. O projeto está disponível em todas as plataformas digitais.
O EP inclui as canções já lançadas anteriormente: “Luas Pra Tantas Faces” (2020), “Sol De Setembro” (2020), “Todo Poder Curativo”(2021) e “Beleza” (2023). No entanto, nestas novas versões ao vivo, Elisa Maia oferece novas nuances vocais e arranjos reeditados, além de incorporar elementos audiovisuais inéditos.
As filmagens ocorreram no final de 2021 em dois teatros distintos e em um estúdio de música, proporcionando diferentes atmosferas e narrativas originais aos vídeos.
Elisa Maia, que também é compositora das músicas, assume a direção artística e musical do projeto, onde expressa suas influências, em letras que abordam temas que refletem sobre o corpo, autoestima, desilusões amorosas, solidão, ansiedade, angústia, redenção e força, todas extraídas de suas experiências pessoais.
A artista repete a parceria com profissionais do audiovisual manauara e o “Dança Sozinha Sessions” conta com direção geral de Victor Kaleb, Robert Coelho na direção de fotografia, Gisa Almeida na produção executiva e Francisco Ricardo, na direção de arte. Participaram ainda da produção o produtor musical e engenheiro de áudio Beto Montrezol (edições, mixagem e masterização) e a preparadora vocal e cantora Ellen Fernandes (preparação e direção vocal). Ao todo a produção envolveu 33 profissionais diretamente.
“A sessão ao vivo cumpre a missão de fazer com que a minha música e a minha voz chegue aonde ainda não cheguei com o show, inclusive pra públicos que não foram atingidos pela versões originais das músicas. O projeto é também uma celebração da minha imagem, do meu corpo. Sou uma mulher negra, de uma Amazônia urbana com poucas referências e meu trabalho é atravessado pelas vivências nesse lugar. No fim, dançar sozinha é se recompor também para o coletivo”, comenta Elisa Maia.
Apoio
“Dança Sozinha Sessions” foi viabilizado através de recursos do edital Programa Cultura Criativa – 2020/Lei Aldir Blanc – Prêmio Feliciano Lana, do Governo do Estado do Amazonas, com apoio do Governo Federal. O projeto marca o encerramento de uma fase antes do lançamento de um novo álbum da artista, com lançamentos previstos ainda esse ano.