Putin diz que protestos nos EUA mostram ‘profundas crises internas’
Em 2016, após a vitória de Trump na eleição presidencial, a Rússia foi acusada de interferir em favor dele, o que as autoridades russas negaram veementemente
O novo conjunto de infecções domésticas provocou novos confinamentos em 11 bairros próximas ao mercado. Esses casos são os primeiros em Pequim em dois meses.
Os protestos nas últimas semanas nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial mostram “profundas crises internas” no país, disse neste domingo (14) o presidente russo, Vladimir Putin.
“É claro que o que acontece é a expressão de profundas crises internas”, declarou o presidente, referindo-se aos Estados Unidos em entrevista transmitida pelo canal de televisão Rossia 1.
“Na verdade, observamos isso há muito tempo, desde que o presidente em exercício chegou ao poder, quando venceu de forma absolutamente clara e democrática”, acrescentou Putin, referindo-se a Trump.
“Mas o campo que perdeu inventou qualquer tipo de ficção para questionar a legitimidade” de Donald Trump, sustentou o presidente russo.
Em 2016, após a vitória de Trump na eleição presidencial, a Rússia foi acusada de interferir em favor dele, o que as autoridades russas negaram veementemente.
A luta contra a pandemia de COVID-19 expôs “os problemas gerais” dos Estados Unidos.
“Saímos do coronavírus com perdas mínimas, mas nos Estados Unidos não é assim”, disse Putin.
A Rússia confirmou neste domingo 8.825 casos adicionais de COVID-19, elevando o total para 528.964 pacientes, o número mais alto atrás dos Estados Unidos e do Brasil.