Parte de ossada humana é encontrada na praia da Ponta Negra
Suspeita é que seja o rastante de uma ossada encontrada no mesmo local no dia 7 deste mês, que pode ser do estudante Rayner Vinicius da Silva Gonçalves, de 15 anos, desaparecido em 2018
Parte de uma ossada humana foi encontrada por banhistas na tarde desta quarta-feira (16) na praia da Ponta Negra, localizada na Avenida Coronel Teixeira, Zona Oeste de Manaus. Segundo a polícia, a suspeita é que seja o restante de uma ossada encontrada no mesmo local no dia 7 deste mês, que possivelmente seria do estudante Rayner Vinicius da Silva Gonçalves, de 15 anos, desaparecido no dia 16 de dezembro de 2018 no local.
De acordo com a base do Corpo de Bombeiros (CBMAM) localizada na praia, os restos mortais estavam a um metro fora da água. Uma equipe de guarda-vidas foi acionada e constatou a veracidade da informação. O Instituo Médico Legal (IML) foi acionado e fez a remoção dos restos mortais.
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No dia 9 deste mês, a mãe do adolescente, Maria Antônia, informou ao jornal A Crítica que suspeita de que seja a ossada do filho desparecido no ano de 2018, que sumiu ao sair de casa e ir até a praia caminhar.
A suspeita surgiu após ela identificar alguns pertences do garoto junto à ossada encontrada. Um laudo de DNA, que sairá em 30 dias, deve comprovar se são os restos mortais ou não do garoto.
Entenda o caso
O jovem foi visto pela última vez após deixar a casa onde mora, no bairro Lírio do Vale, Zona Oeste de Manaus, e ter informado a mãe de que iria até a praia caminhar. Um dia após o desaparecimento, Maria ligou para o celular do filho, que foi atendido por uma venezuelana. A mulher falou que o adolescente teria morrido afogado e que encontrou o aparelho e os pertences dele jogados na praia.
Com ajuda da população, a polícia fez a divulgação do retrato falado da venezuelana e a identificou como Rusbelys Yilferlyn Borrero Farias, de 23 anos.
Na ocasião, os policiais conseguiram identificar outras quatro pessoas que afirmavam ter visto o adolescente na Ponta Negra, que passaram a contribuir com informações. Porém, o caso ainda é um mistério para a Polícia Civil, que não conseguiu desvendar o que aconteceu naquele dia e por qual motivo os pertences do adolescente estariam com venezuelanos.