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A Crítica
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Preso por participar da morte de PM ajudou a imobilizar e levar vítima até a execução

Segundo a polícia, Marcos Neves Serra, 19, conhecido como “Já Morreu”, já possuía mandado de prisão por roubo majorado

Publicado em 01/06/2017 às 17h55 · Atualizado em 19/03/2022 às 19h38
Preso por participar da morte de PM ajudou a imobilizar e levar vítima até a execução
Foto: Aguilar Abecassis

Um homem foi preso pela polícia como suspeito de participar do assassinato do soldado da PM Paulo Sérgio Portilho. Marcos Neves Serra, 19, conhecido como “Já Morreu”, se entregou na sede da Delegacia Geral ontem e foi apresentado hoje à imprensa durante coletiva. Ele confessou participação no assassinato horas após ter sua foto e nome divulgados na imprensa.

O depoimento dele, segundo o delegado Juan Valério, titular da Delegacia de Homicídios (DEHS), ajudou a polícia a individualizar o comportamento de cada um dos envolvidos no crime. “Ele (Marcos) ajudou na abordagem e na rendição do policial e o levou até a ribanceira onde ocorreu a execução”, detalhou o delegado.

“Já Morreu” afirmou, porém, que apenas chegou ao local onde o PM estava sendo enterrado e que não participou do crime, mas a versão não é aceita pela polícia como um retrato fiel da realidade. “Ele ‘se tira’ do início do crime, mas temos provas suficientes de que ele participou diretamente da execução do policial”, sustentou Valério.

Segundo o delegado Juan Valério, Marcos prestou depoimento por cerca de 1h30, dando detalhes confirmando as suspeitas sobre o crime. Marcos já possuía mandado de prisão preventiva por roubo majorado e agora será incluído em novo pedido de prisão por participação no crime.

Procurado

A Polícia Civil divulgou também a imagem de outro suspeito do crime que está sendo procurado, Fábio Barbosa de Souza, o “Índio” Fábio Barbosa de Souza, o “Índio” , que é natural de Tefé e tem passagem no sistema prisional do Amazonas por tráfico de drogas. Para fazer denúncias, a população pode ligar para o 190 ou 181.