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A Crítica
Manaus

Universitários discutem reivindicações com reitoria da Uninorte após protesto

Reunião está acontecendo no auditório da unidade 7, na rua Major Gabriel, onde eles querem apresentar suas pautas

Publicado em 29/06/2017 às 00h39 · Atualizado em 19/03/2022 às 20h40
Universitários discutem reivindicações com reitoria da Uninorte após protesto
Foto: Gilson Mello

Os alunos do curso de Direito do Centro Universitário do Norte (Uninorte) aceitaram conversar e discutir a pauta de reivindicação com a reitoria e com a coordenação do curso, na noite desta quarta-feira (28). Desde o inicio da noite, eles realizam uma manifestação em frente à unidade de Direito (Unidade 7), Desde o inicio da noite, eles realizam uma manifestação em frente à unidade de Direito (Unidade 7), na rua Major Gabriel, no Centro de Manaus.

A reunião está acontecendo no auditório da unidade 7, onde eles querem apresentar suas pautas de reivindicações. As principais insatisfações são com o sistema de avaliação implantando neste ano, aumento das mensalidades e a falta de informação e preparo dos professores.

De acordo com um Aluno do 7° período que não quis se identificar, nem todos os professores possuem formação pedagógica para lecionar no curso. Ele também reclamou da falta de comunicação com alguns professores que não souberam explicar o funcionamento do atual modelo de avaliação semestral.

Agora, os alunos realizam duas provas por bimestral sendo a última com peso 2 e contemplando o conteúdo ministrado em todo semestre. A média também subiu de 5 pontos para 7 e quem não alcança a média, automaticamente precisa fazer o “provão” para ser aprovado no período. Essa mudança causou preocupação nos alunos porque as disciplinas a distâncias (EAD) também tiveram mudança no cálculo de avaliação, o que na opinião deles, dificultou para alcançar a nota mínima de aprovação.

O estudante do 9° período de Direito, Victor Pierre, disse que concorda parcialmente com as reivindicações dos alunos, e contou que durante a tarde uma comissão de alunos se reuniu com a coordenação para mediar os problemas.

Segundo ele, ficou acertado que os alunos não seriam prejudicados, e que prevaleceria o método em que o estudante tivesse alcançado a melhor nota. Mesmo assim, nem todos participaram da reunião ou entenderam a proposta, o que gerou uma nova roda de conversa com a coordenação, mas desta vez com um número maior de alunos.

A reunião está em andamento e caso eles não cheguem a um acordo, os estudantes prometem fazer novos protestos em frente à faculdade.