O sonho de Calderaro continua vivo
As palavras eternizadas pelo jornalista continuam atuais mais de três décadas depois, com a confirmação de muito do que foi previsto pelo fundador do JORNAL A CRÍTICA, que comemora hoje 74 anos
Há pouco mais de três décadas, o saudoso fundador do jornal A Crítica, o jornalista Umberto Calderaro Filho, celebrava o aniversário do jornal que ele fundara havia 40 anos. Naquela ocasião, o jornal já estava consolidado como o principal veículo de imprensa da capital amazonense. No texto, Calderaro atribuía o sucesso às graças de Deus e ao trabalho árduo de sua equipe, enaltecendo a atuação de sua família e de pessoas que hoje ocupam lugar de destaque na história do Amazonas.
Nomes como André Araújo, Álvaro Maia, Fábio Lucena, entre outros. No histórico editorial, o jornalista relatou a realização de seu sonho de mocidade; em suas próprias palavras: “fazer um jornal diário que testemunhasse a história do meu povo e o conduzisse sob a bandeira da verdade”.
As palavras eternizadas pelo jornalista continuam atuais mais de três décadas depois, com a confirmação de muito do que foi previsto pelo fundador. Hoje, o jornal A Crítica celebra 74 anos de serviços prestados ao povo do Amazonas, que está presente no célebre slogan do veículo: “De mãos dadas com o povo”. De fato, são 74 anos registrando com fidelidade os fatos que marcam a história do Estado, cumprindo a difícil missão de informar com retidão e profissionalismo.
Como foi previsto por Calderaro, o jornal segue incólume em sua missão diária, uma empresa projetada para o futuro, “atravessando incólume o perpassar dos anos, assentada em alicerce cuja argamassa é um misto do amor dos que a fazem com o amor dos que a leem”. O fundador deixou um legado indelével, que está mais vivo do que nunca. É na própria trajetória do jornal A Crítica que os sucessores e colaboradores encontram as lições para superar todas as dificuldades.
Com todas as mudanças impostas pela modernidade, o jornal A Crítica, seja em sua versão impressa, seja no formato digital, continua correspondendo ao que Calderaro descreveu década atrás: “um exemplo vivo e dinâmico da crença inabalável da capacidade de realização do homem amazonense”. A Crítica chega aos 74 anos com os mesmos valores de sua criação, e assim continuará. Parabéns a todos, funcionários, leitores, gestores… todos os que contribuem, direta ou indiretamente, para que a continuidade dessa trajetória vitoriosa.