Separação bilionária de ex-senador do Amazonas
O fim do casamento do ex-senador pelo Amazonas Gilberto Miranda com a empresária Carolina Andraus Lane resultou em uma batalha judicial que envolve R$ 246 milhões. A cifra foi revelada por Carolina em entrevista à Veja. A fortuna de Miranda, segundo ela, é estimada em R$ 1 bilhão. A mulher contou que saiu do relacionamento de mãos quase vazias e que o patrimônio foi fruto do trabalho conjunto do casal, e não apenas de Miranda. Já o advogado do ex-senador disse à revista que a ex-esposa não razão e que eles se casaram em regime de separação total dos bens.
Luxo O casal ficou junto de 2004 a 2016. A reportagem diz que “os dourados anos de romance foram embalados por uma vida de luxo e ostentação”. A revista lembra que Miranda ficou rico “abrindo empresas na Zona Franca de Manaus entre os anos de 1970 e 1980, mesmo sem ter dinheiro para bancá-las”.
Origem Miranda é irmão do marqueteiro Egberto Batista. Em 1990, se elegeu 1º suplente de Amazonino Mendes, que venceu o pleito para o Senado. Dois anos depois, Amazonino Mendes disputou e venceu a eleição para a Prefeitura de Manaus, deixando Gilberto Miranda por seis anos como senador.
Reação Ontem (15), diante de mais um “golpe” na Zona Franca com a edição de um novo decreto de redução do IPI sem a excepcionalizar os produtos fabricados aqui, o presidente Sindmetal, Valdemir Santana, disse que os trabalhadores estão prontos para formar uma frente ampla com os demais setores em defesa do modelo.
‘Maluco’ O sindicalista criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de “maluco”. “Esse senhor que o Brasil elegeu é meio maluco, maluco mesmo, doido!”, disparou Santana. “Faz três anos que ele (Bolsonaro) faz essa maldade com o povo amazonense. Muita gente acreditava que ele resolveria as coisas. Mas, ele quer se vingar dos parlamentares que atuaram na CPI da Covid”, completou.
Manobra 1 O site Poder 360 noticiou que empresa Fábrica de Eventos, de Manaus, foi usada indevidamente pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em uma manobra para a aprovação de uma emenda de R$ 1 milhão destinada para a realização do “1º Surf Tour de São Paulo”. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Cidadania, mesmo com parecer técnico contrário.
Manobra 2 A empresa beneficiada, o Instituto Vincere, apresentou um valor menor que a Fábrica e a catarinense Match Sports para organizar o evento, o que foi apresentado como justificativa para sua contratação após o parecer contrário.
Manobra 3 Acontece que tanto a Fábrica quanto a Macth negaram ao Poder 360 terem confeccionado os documentos apresentados no projeto para sustentar a emenda parlamentar. Após o Poder 360 fazer questionamentos ao Instituto Vincere sobre os orçamentos, a empresa informou ao jornal que solicitou ao Ministério o cancelamento do convênio.
Rei das fakes Levantamento feito pelo projeto “Amazonas: mentira tem preço” revela que o Planalto é o maior difusor de mentiras sobre a Amazônia no YouTube. Ao mapear mais de 400 vídeos na plataforma, a iniciativa constatou que discursos mentirosos ou distorcidos do presidente Jair Bolsonaro e dos seus filhos Eduardo e Flávio, com 5,2 milhões de seguidores, e de ministros do primeiro escalão são replicados em um exército de canais pró-governo. O site The Intercept detalhou o assunto em uma reportagem.