Governo ainda não tem planos de desativar unidade no Hospital Nilton Lins
Em nota, a Susam destacou que o hospital segue atendendo pacientes infectados com a Covid-19, entre eles indígenas, e que não há previsão para o fim das atividades
Perto de completar os três meses do aluguel do Hospital Nilton Lins para o atendimento de pacientes com Covid-19 no Amazonas, o Governo do Estado ainda não tem planos para desativar a unidade, que serve como hospital de retaguarda.
Anunciado no dia 1º de abril, o aluguel das instalações foi fechado por R$ 2,6 milhões por um prazo de três meses – o que significa um aluguel mensal de R$ 866 mil, aproximadamente. As atividades foram iniciadas no dia 18 de abril e contaram com o reforço dos profissionais de saúde do Corpo de Bombeiros, aprovados em concurso de 2009 e convocados mais de dez anos depois.
Nesta sexta-feira, nove pacientes foram transferidos da Nilton Lins para o Hospital Delphina Aziz, a outra unidade de referência do Estado para casos de Covid-19 por conta de uma ‘readequação interna’, segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam).
“O hospital segue atendendo pacientes, entre eles indígenas, e a Susam informa, ainda, que as transferências são temporárias, até que o trabalho seja finalizado”, destacou a Susam, em nota.
De acordo com a Susam, ainda não há planejamento para o fechamento da unidade uma vez que “os casos de Covid-19 ainda não estão estabilizados no país”.