De acordo com levantamento assinado pelo Governo Federal, cerca de 4,5 milhões de brasileiros serão beneficiados com valores extras caindo em suas respectivas contas. Aos nascidos nos meses de maio e junho, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) confirmou a liberação, nesta sexta-feira (15), do pagamento que pode chegar a um salário mínimo (R$ 1.621).
As transferências previamente estabelecidas são referentes a mais uma etapa do abono salarial PIS/Pasep 2026, com o ano-base de 2024. Para contemplar parcela dos trabalhadores, serão destinados aproximadamente R$ 5,7 bilhões. Nesse cenário, as transferências serão encabeçadas pela Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Em resumo, cerca de 3,9 milhões são trabalhadores da iniciativa privada vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), com pagamento realizado pela Caixa Econômica Federal, enquanto 584 mil beneficiários correspondem a servidores públicos com direito ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pago pelo Banco do Brasil.
Para ter acesso ao abono salarial, o funcionário precisa estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado formalmente por no mínimo 30 dias em 2024 e ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base. Além disso, é imprescindível que possua dados corretamente informados pelo empregador no eSocial.
Como os pagamentos são realizados?
Na prática, os depósitos do PIS são realizados prioritariamente pela Caixa Econômica Federal em conta corrente ou poupança, conta digital Caixa Tem ou poupança social digital aberta automaticamente. Porém, quem não possui conta poderá sacar os valores em lotéricas, caixas eletrônicos, correspondentes Caixa Aqui e agências bancárias.
Em continuidade, no tocante ao Pasep, o Banco do Brasil destina, preferencialmente, os valores por meio do crédito em conta bancária, transferência via TED, pagamento por PIX ou saque presencial em agência. Para consultar ambos os direitos, os trabalhadores podem acessar a Carteira de Trabalho Digital, o portal Gov.br ou obter atendimento pelo telefone 158 e nas Superintendências Regionais do Trabalho.






