O mercado global de smartphones continua dominado por poucos países, mas dois parceiros estratégicos do Brasil estão no topo dessa indústria bilionária. A produção de celulares cresceu rapidamente nos últimos anos e, justamente por isso, algumas nações passaram a concentrar grande parte da fabricação mundial desses aparelhos.
No entanto, quando se observa o ranking global, dois países se destacam com folga: China e Índia. Ambos são considerados parceiros comerciais importantes do Brasil e hoje lideram a produção de smartphones em escala global, com fábricas gigantes e cadeias industriais altamente desenvolvidas.
A China continua sendo a maior produtora de celulares do planeta, concentrando boa parte das linhas de montagem de gigantes da tecnologia. Justamente por ter uma estrutura industrial consolidada há décadas, o país asiático fabrica volumes muito superiores aos de qualquer outra nação.
Logo atrás aparece a Índia, que vem crescendo rapidamente nesse setor e já se tornou a segunda maior produtora de smartphones do mundo. O avanço ocorreu após uma expansão acelerada da indústria eletrônica local e de políticas voltadas à atração de fabricantes globais.
Esse crescimento indiano é considerado impressionante por especialistas do setor. Entre 2014 e 2024, o país produziu cerca de 2,45 bilhões de celulares e passou de grande importador para um dos principais polos globais de fabricação de aparelhos móveis.
Até mesmo o nível de autossuficiência da indústria mudou radicalmente. Em pouco mais de uma década, a dependência de importações caiu drasticamente e hoje apenas uma pequena parcela dos smartphones vendidos no país vem do exterior.

Países investem em programas governamentais
Programas governamentais também ajudaram nesse avanço. Iniciativas como incentivos à produção e investimentos em fábricas atraíram grandes empresas de tecnologia e ajudaram a ampliar a produção local de eletrônicos, incluindo componentes e dispositivos completos.
Diante desse cenário, China e Índia consolidaram um domínio impressionante no setor de smartphones. Até mesmo especialistas apontam que esses dois países devem continuar liderando a produção global de celulares nos próximos anos, impulsionados pela demanda mundial por tecnologia móvel.






