O UFC Casa Branca tem agitado os bastidores do mundo da luta. Com participação direta do presidente Donald Trump em sua composição, o evento acontecerá na sede do governo dos Estados Unidos, no dia 14 de junho, e contará com premiação recorde.
O card principal terá bônus de 1 milhão de dólares (R$ 5 milhões), um valor nunca antes pago para lutadores da categoria. Por se tratar de um evento único e de dimensões gigantes, reunirá grandes estrelas da companhia. Surgem como candidatos nomes como Topuria e Alex Poatan, além de Josh Hokit, Diego Lopes e Sean O’Malley.
As cifras serão fornecidas pela Crypto.com, patrocinadora oficial do UFC desde 2021. Em comemoração aos dez anos da criação de uma das principais plataformas de moedas digitais do planeta, a marca irá ceder uma bonificação pontual para o card, que será repassada ao vencedor em criptomoedas.

Além da grana paga pela patrocinadora, o Ultimate irá pagar normalmente seus bônus originais, o que representa mais um incentivo para os lutadores. Segundo Dana White, presidente do UFC, existe potencial para cada uma das lutas da edição Casa Branca ser a luta da noite, tamanho é o peso do evento.
Donald Trump ajudou a montar o card
Em suas redes sociais, Dana White contou detalhes da negociação. De acordo com o presidente do Ultimate, as movimentações começaram durante o UFC 327, em Miami, quando Trump questionou a ausência de Derrick Lewis.
White, então, iniciou as tratativas com o lutador para viabilizar sua participação, que foi aceita de imediato. Já a outra metade da luta foi definida pelo podcaster e comentarista Joe Rogan, que sugeriu a presença de Josh Hokit.
“Depois vem o Hokit, bate o número 5 do mundo, e o Joe Rogan me pergunta se ainda há espaço no card da Casa Branca. Voltei a falar com ele, e a luta entre Hokit e Derrick Lewis foi adicionada ao card. O presidente Trump montou metade da luta, Joe Rogan a outra metade. Foi incrível como tudo aconteceu de forma orgânica”, disse Dana.






