O grande sonho da Conmebol é colocar Lionel Messi para disputar a Copa Libertadores da América antes de o craque se aposentar. E, ao que tudo indica, isso está muito perto de sair do papel: a entidade máxima do futebol sul-americano pretende promover o retorno dos times da Concacaf ao torneio a partir de 2027.
Pelo menos é isso o que indica a informação do jornal Marca, que noticiou um acordo milionário de direitos de transmissão da TelevisaUnivision nos Estados Unidos. O objetivo da confederação da América do Sul seria juntar a paixão do continente pelo esporte com o poder econômico do mercado norte-americano.
O resultado dessa união seria a transformação da Liberta em um gigante comercial. Para viabilizar esse movimento na prática, a cúpula da Conmebol estuda criar e distribuir quatro vagas especiais: duas para a MLS, liga dos EUA, e duas para a Liga MX, do México.

A definição das equipes participantes seguiria uma lógica de mérito e marketing, unindo métricas esportivas e de atração de público. Nesse sentido, o Inter Miami, que conta com ninguém menos que Messi, e o América do México, que tem o apelo da Televisa, são os favoritos a preencher duas das vagas.
Copa Libertadores com formato de Liga dos Campeões
Com a adição dos times norte-americanos, existe a possibilidade de o atual formato da Copa Libertadores ser modificado. A entidade do futebol sul-americano estuda a ideia de adotar o modelo de superliga, seguindo o que foi feito na Champions League, pela Uefa.
O certame seria composto por uma fase de liga, com cada uma das 36 equipes jogando oito partidas (quatro em casa e quatro fora). Os confrontos seriam definidos por ranking continental, assim garantindo um bom nível de disputa desde o início.
Os compatriotas seriam impedidos de se enfrentar na primeira fase. Depois, ocorreria o mata-mata, conforme acontece atualmente na Liga dos Campeões.





