Uma pequena cidade brasileira terá seu território cedido para exploração de ouro, que deve movimentar a economia local e regional. O município em questão é Monte do Carmo, composto por aproximadamente 5,6 mil habitantes, que fica localizado na região central do estado do Tocantins.
A responsável pela exploração do minério é a peruana Hochschild Mining, que tomou a dianteira da iniciativa após pagar 60 milhões de dólares. No total, o projeto conta com um orçamento de 250 milhões de dólares, quantia que na cotação atual equivale a cerca de R$ 1,2 bilhão.
Segundo o Governo do Estado, a expectativa é de que sejam gerados 2 mil empregos diretos e indiretos na região. O período estimado de operação é de 12 anos. Quando estiver em curso, a mina terá uma capacidade de extração de 6 mil toneladas de minério por dia.

De acordo com a Hochschild Mining, o projeto se encontra atualmente em fase de revisão de engenharia. Ou seja, a mineradora tem focado no detalhamento da engenharia do projeto e no refinamento do plano para sua implantação. O início dos trabalhos permanece condicionado às definições internas de investimento.
Tocantins pretende explorar mineração
O objetivo da atual gestão é explorar o potencial e impulsionar a cadeia produtiva da mineração no estado, segundo o presidente da Agência de Mineração do Estado do Tocantins (Ameto), Milton Neres. É justamente o que acontecerá em Monte do Carmo, por exemplo, cujas atividades deverão começar mais adiante.
“Estamos trabalhando para fomentar, regular e fiscalizar a cadeia produtiva da mineração e o Tocantins apresenta resultados que mostram o potencial. A exemplo da chegada da Hochschild ao nosso estado, essa é uma conquista histórica que promete mudar o cenário econômico da região de Monte do Carmo”, disse Milton Neres, presidente da Ameto.






