Os Estados Unidos acabaram provocando um prejuízo bilionário para um país rival após o início de uma guerra no Oriente Médio. As perdas já chegam ao equivalente a R$ 280,3 bilhões, enquanto setores inteiros enfrentam paralisações e cancelamentos em massa.
O país afetado é o Irã, que sofreu um forte impacto principalmente no turismo e na aviação. Estimativas apontam perdas entre 34 bilhões e 56 bilhões de dólares por causa da queda brusca nas reservas de voos e da redução no fluxo de visitantes.
A situação piorou justamente após China, Rússia e Arábia Saudita imporem restrições para viagens ao território iraniano. Com isso, milhares de turistas deixaram de viajar para a região, enquanto companhias aéreas passaram a evitar o espaço aéreo do país.
Os reflexos também atingiram hotéis, centros culturais e aeroportos iranianos, que hoje operam com menos da metade da capacidade. Ao mesmo tempo, mais de 27 mil voos foram cancelados ou desviados, elevando os custos operacionais das empresas aéreas.
Até mesmo o comportamento dos viajantes mudou nos últimos meses. Em 2026, muitos turistas passaram a evitar escalas no Golfo Pérsico e aeroportos iranianos, priorizando voos diretos, trajetos mais curtos e políticas de cancelamento flexíveis.

Turismo iraniano enfrenta cenário crítico
China e Rússia, que antes mantinham um fluxo constante de visitantes para o Irã, praticamente interromperam as viagens para a região. O turismo religioso vindo da Arábia Saudita e do Iraque também acabou afetado pelas advertências e restrições adotadas.
No entanto, empresas aéreas precisaram criar rotas temporárias por centros como Istambul e Barém para fugir das áreas consideradas perigosas. Enquanto isso, operadores locais e espaços culturais do Irã tentam reduzir os prejuízos oferecendo tours privados menores e experiências digitais aos visitantes.






