Por determinação do Governo Federal, o Registro Geral (RG) deixará de ter serventia no Brasil a partir de 28 de fevereiro de 2032. Isso porque a Carteira de Identidade Nacional (CIN) será o documento padrão em todo o território nacional, unificando as informações pessoais dos cidadãos e facilitando o acesso a serviços públicos e benefícios sociais.
Embora a informação tenha sido lançada publicamente ao final de 2025, muitos brasileiros seguem enfrentando dificuldades com a mudança de documentos. A CIN já está sendo emitida em todo o Brasil e o processo é mais fácil do que o imaginado pela população. Ao contrário do modelo antigo, a aposta do governo conta com versões físicas (papel e cartão) e digital.

Como emitir?
Para ter acesso à nova identidade, o interessado precisa procurar o órgão de identificação do seu estado ou centrais de atendimento equivalentes. Em muitas regiões, o atendimento exige agendamento prévio pela internet, o que evita superlotação e reduz a fila de atendimento. Dessa forma, após marcar o horário, basta comparecer ao local escolhido com os documentos necessários.
Sobretudo, ao dirigir-se à entidade para a emissão da Carteira de Identidade Nacional, é importante atentar-se aos documentos exigidos. Assim, o cidadão não deve sair de casa sem estar com a certidão de nascimento ou casamento original e legível, CPF regularizado, comprovante de residência (em alguns estados) e documento antigo de identidade, se possuir.
Diferenciais da Carteira de Identidade Nacional:
A CIN substitui o antigo RG, com o CPF passando a ser o número único de identificação, evitando duplicidades e reduzindo erros nos registros. Segundo o Governo Federal, ela é válida em todo o território nacional e nos países do Mercosul. Por sua vez, apresenta padrões modernos de segurança e integração de dados, com formatos físico e digital com QR Code.
Essa metodologia adotada tem o objetivo de aumentar a segurança contra fraudes e a confiabilidade da identificação civil. Além disso, a CIN também amplia a proteção da conta GOV.BR, facilitando o acesso a uma conta Ouro na plataforma do governo federal. No mais, interrompe a fragmentação de sistemas de identificação e funciona como porta de entrada para serviços públicos e benefícios sociais.






