Os Estados Unidos enviaram um dos maiores navios de guerra do mundo para o Rio de Janeiro. Em meio a operação Southern Seas 2026, o porta-aviões USS Nimitz (CVN 68) passará pelo território brasileiro, mais precisamente pelas águas cariocas, em maio.
Coordenada pela 4ª Frota da Marinha dos EUA, a missão prevê a passagem do navio pela capital fluminense durante o percurso pela América do Sul. Além do Brasil, a embarcação passará por Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai.
Serão realizados exercícios no mar e intercâmbio entre especialistas, com autoridades estrangeiras a bordo para acompanhar o funcionamento de um grupo de ataque de porta-aviões. De acordo com o contra-almirante Carlos Sardiello, a iniciativa tem como objetivo ampliar a integração entre as forças da região.

“A operação Southern Seas 2026 oferece uma oportunidade única para aprimorar a interoperabilidade e a proficiência com as forças de países parceiros em todo o domínio marítimo. Missões como essa demonstram nosso compromisso inabalável em garantir um Hemisfério Ocidental seguro e estável. É um exemplo claro de nossa dedicação ao fortalecimento de parcerias marítimas, à construção de confiança e ao trabalho conjunto para enfrentar ameaças comuns”, disse Sardiello.
Operação mostra poderio bélico dos EUA
A passagem da missão pelo território brasileiro dará uma amostra da capacidade militar dos Estados Unidos. O país norte-americano investe pesado em sua indústria bélica e não é considerado a maior máquina de guerra da história por acaso.
Em curso desde 2007, a operação chegará por aqui com o Destroyer Squadron 9 (um conjunto de navios que inclui destróieres como o USS Gridley DDG 101), bem como a ala aérea que conta com aeronaves de combate, guerra eletrônica, transporte e helicópteros.
Quanto ao Nimitz, o porta-aviões é considerado peça central da estratégia militar dos Estados Unidos, com capacidade de atuar em operações simultâneas no mar e no ar.






