Diversos beneficiários do Bolsa Família podem estar perdendo um adicional de R$ 150 por falta de conhecimento sobre o programa. Para além do valor base de R$ 600, essa quantia bônus, por assim dizer, é paga às famílias que se enquadram nas regras do Benefício Primeira Infância.
O repasse desse adicional é destinado a quem tem crianças de até seis anos incompletos, a depender da composição familiar, seguindo o cumprimento de exigências nas áreas de saúde e educação. O extra é somado ao benefício básico, desde que os responsáveis atendam às condicionalidades estabelecidas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Para ter acesso ao adicional, é preciso seguir os seguintes requisitos:
- Estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico);
- Ter ao menos uma criança de zero a seis anos incompletos registrada na composição familiar;
- Manter o calendário nacional de vacinação atualizado e realizar o acompanhamento nutricional das crianças menores de sete anos (no caso das gestantes, é exigida a realização regular do pré-natal).
Veja quem tem direito ao valor extra do Bolsa Família
Além das exigências citadas anteriormente, outro ponto importante diz que crianças e adolescentes de 4 a 17 anos devem cumprir a frequência escolar mínima estabelecida pelo programa. O descumprimento de alguma das obrigações pode resultar no bloqueio do pagamento adicional.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome também reforça a obrigatoriedade de manter a vacinação das crianças em dia. Confira mais detalhes do benefício na tabela a abaixo:
- R$ 150 (Benefício Primeira Infância): por criança de 0 a 6 anos incompletos;
- R$ 50 (Benefício Variável Familiar): por integrante de 7 a 18 anos incompletos, gestantes e nutrizes;
- R$ 50 (Benefício Nutriz): para bebês de até 7 meses.
Vale destacar, por fim, que os valores são cumulativos, ou seja, uma família pode receber diferentes adicionais, desde que cada integrante atenda aos critérios estabelecidos.






