Se você tem guardada em casa uma moeda de 50 centavos fabricada em 2002, saiba que hoje ela pode valer muito mais. Exemplares feitos naquele ano, contendo uma falha chamada “reverso horizontal”, chegam a valer R$200 em leilões, ou seja, 400 vezes mais que o valor de face da peça
Segundo o Banco Central do Brasil, foram produzidas cerca de 189 milhões de unidades da moeda de 50 centavos no ano do pentacampeonato da Seleção, todas pertencentes à segunda família do Real. Um lote menor, porém, saiu da Casa da Moeda com os cunhos desalinhados.
Trata-se de um erro na rotação do verso em aproximadamente 90 graus em relação ao anverso. Como o controle de qualidade costuma interceptar essas peças antes da distribuição, poucas delas circularam entre a população, o que aumenta ainda mais o interesse dos colecionadores.

O preço da moeda varia de acordo com o estado de conservação, sendo as classificadas como “Flor de Cunho”, praticamente sem sinais de uso, as mais caras. Quanto mais evidente e definido o alinhamento for, mais os compradores vão querer pagar.
Como identificar o erro na moeda de 50 centavos?
Para saber se a moeda se encaixa nos padrões colecionáveis, basta segurá-la com a imagem do Barão do Rio Branco em pé e voltada para você. Depois, é só girá-la de baixo para cima, no eixo horizontal. Se o número aparecer deitado, inclinado cerca de 90 graus para a direita ou para a esquerda, o exemplar tem o defeito de cunhagem.
Aí, é só guardar direito para garantir o estado de conservação para ganhar um bom dinheiro com ela – ou, então, guardá-la como item especial. Em uma moeda normal, vale destacar, o número 50 aparece perfeitamente em pé do outro lado ao fazer o mesmo movimento.
Além da moeda de 50 centavos, outros exemplares antigos podem valer uma grana atualmente, como a de 1 real fabricada em 1999, que pode render de R$2.000 e R$4.000.






