Um levantamento recente da Forbes revelou um dado que foge do padrão esperado no Brasil. O estado de Santa Catarina lidera o número de bilionários no país. Ao todo, são 43 nomes na lista atualizada, com destaque para novos integrantes.
Indústria impulsiona concentração de riqueza
Grande parte dos bilionários catarinenses está ligada à WEG. A empresa, com sede em Jaraguá do Sul, reúne dezenas de herdeiros entre os mais ricos. Ao todo, são 36 nomes associados diretamente ao grupo empresarial.
A presença dominante da companhia no ranking chamou atenção do mercado. Sete dos novos bilionários têm ligação com a empresa. Esse fenômeno reforça o papel da indústria no desenvolvimento econômico regional.
Além da WEG, outros setores também contribuem para a formação de fortunas. Indústria, tecnologia e comércio aparecem com relevância. Esse perfil diversificado sustenta o crescimento econômico do estado.
Principais nomes do ranking catarinense
No topo da lista está Alceu Elias Feldmann, ligado à Fertipar. O empresário possui fortuna estimada em R$ 18,5 bilhões. Ele também figura entre os mais ricos do país no ranking nacional.
Logo atrás aparece Luciano Hang, fundador da Havan. Seu patrimônio gira em torno de R$ 11,4 bilhões. A atuação no varejo consolidou sua posição entre os maiores empresários do estado.
Outro destaque é Anne Werninghaus, herdeira da WEG. Ela ocupa posição de destaque tanto no cenário estadual quanto nacional. Sua fortuna é estimada em bilhões, reforçando a força da empresa na lista.

Novos bilionários e expansão do agro
Entre os estreantes, chama atenção Marino Franz. Natural de Santa Catarina, ele construiu carreira no setor agroindustrial. Sua atuação inclui fundação de empresas e cooperativas no Centro-Oeste.
A trajetória de Franz começou como técnico agrícola. Posteriormente, expandiu negócios no setor de insumos e fertilizantes. Sua fortuna estimada ultrapassa R$ 1 bilhão, consolidando sua entrada no ranking.
O crescimento do agronegócio também contribui para o aumento de grandes fortunas. Empresas ligadas à produção e tecnologia rural ganham espaço. Esse movimento amplia o perfil econômico dos bilionários catarinenses.






