Os profissionais que trabalham com carteira assinada (CLT) têm direito a um benefício extra todos os meses. Trata-se do valor mínimo do Bolsa Família, de R$ 600, que pode ser obtido por quem atua formalmente no mercado de trabalho sem problemas, tendo em vista que esse não é um fator determinante no programa de transferência de renda.
Embora o auxílio seja frequentemente associado a quem não trabalha, esse não é o seu principal ponto. A regra básica para ingressar no BF é a renda mensal familiar, que deve ser de até R$ 218 por pessoa. O cálculo é feito considerando toda a renda recebida pelos moradores da casa e dividindo pelo número de pessoas que vivem no local.
Se o resultado dessa conta ficar dentro do limite estabelecido, a família pode receber o benefício normalmente, desde que também cumpra com os demais requisitos. Além da renda mensal familiar, por exemplo, é preciso estar inscrito e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico).
Por isso, ter um emprego com carteira assinada não significa necessariamente que o cidadão não possa ingressar no programa ou então perder o benefício de forma automática. Além disso, existe a Regra de Proteção, que permite a permanência temporária de famílias que tiveram aumento de renda acima do limite inicial.

R$ 600 é o pagamento mínimo do Bolsa Família
Principal programa de transferência de renda do Brasil, o Bolsa Família atende milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade todos os meses. O valor mínimo pago, conforme destacado anteriormente, é de R$ 600 por família, podendo ser acrescido quando há crianças, adolescentes ou gestantes no núcleo familiar.
Em suma, os trabalhadores que atuam com carteira assinada e que vivem em famílias de baixa renda devem ficar atentos às regras do programa. O fator decisivo não é o emprego, mas sim a renda mensal por pessoa calculada dentro da composição familiar.





