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Enquanto a melhor capital para viver é Curitiba, a pior do Brasil fica no Norte

Por Iara Alencar
21/05/2026
Enquanto a melhor capital para viver é Curitiba, a pior do Brasil fica no Norte

Créditos: Roberto Dziura Jr/AEN

Nesta quarta-feira (20), o Índice de Progresso Social (IPS) 2026 divulgou as principais cidades de destaque no Brasil no tocante à qualidade de vida. O levantamento avaliou o bem-estar coletivo em todos os 5.570 municípios brasileiros, utilizando 57 indicadores sociais e ambientais sem considerar dados puramente econômicos como o Produto Interno Bruto (PIB).

Diante dos investimentos incontáveis em serviços básicos, Curitiba assumiu a liderança entre os demais municípios. Na avaliação assinada por profissionais, a capital paranaense recebeu 71,29 pontos, façanha diretamente ligada ao desempenho elevado ligado a saneamento, moradia, educação e inclusão social.

Créditos: Prefeitura de Porto Velho/Secom

Em contrapartida, Porto Velho, em Rondônia, encabeçou a lista dos antagonistas ao receber avaliação de apenas 58,59 pontos. Entre as capitais do Brasil, foi a que menos se destacou, especialmente por apresentar dificuldades no tocante à infraestrutura urbana e serviços básicos. No IPS, o município registrou nota 35,42 em Água e Saneamento, um dos piores desempenhos do país nesse componente.

Contrapontos entre as duas cidades

Na prática, o Índice de Progresso Social é responsável por medir a capacidade dos municípios de atender às necessidades básicas da população, garantir bem-estar e ampliar oportunidades. Embora 57 indicadores sejam cruciais para as avaliações, três dimensões ganham poder ao longo das pontuações. São elas: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.

Curitiba, por sua vez, apresentou desempenho elevado, especialmente em indicadores ligados a saneamento, moradia, educação e inclusão social. Segundo o scorecard do levantamento, a capital paranaense teve nota 86,26 em Água e Saneamento e 92,42 em Moradia, dois dos melhores resultados da cidade.

Para uma melhor compreensão, o município apresenta cobertura de esgotamento sanitário de 96,91%, além de arborização em mais de 85% das vias públicas. Um outro ponto que merece ser destacado diz respeito à taxa de escolarização de 98,48% entre crianças de 6 a 14 anos. Como resultado, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é de 0,823, considerado um dos mais altos do Brasil.

Virando a página, aparece Porto Velho, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui apenas 21,95% da população com acesso a esgotamento sanitário adequado. No tocante à urbanização das vias públicas, a taxa corresponde a 21,7%, percentual muito inferior ao registrado em Curitiba.

No mais, a capital de Rondônia também teve desempenho baixo em Segurança Pessoal, com nota 47,19, e em Qualidade do Meio Ambiente, que marcou 43,02 pontos no IPS. No segmento da educação, Porto Velho tem taxa de escolarização de 95,87% entre crianças de 6 a 14 anos e Ideb de 5,4 nos anos iniciais do ensino fundamental.

Mas, afinal, quais foram as capitais que se destacaram?

  • 1º lugar: Curitiba – 71,29 pontos;
  • 2º lugar: Brasília – 70,23 pontos;
  • 3º lugar: São Paulo – 70,64 pontos;
  • 4º lugar: Campo Grande – 69,77 pontos;
  • 5º lugar: Belo Horizonte – 69,66 pontos;
  • 6º lugar: Goiânia – 69,47 pontos;
  • 7º lugar: Palmas – 68,91 pontos;
  • 8º lugar: Florianópolis – 68,73 pontos;
  • 9º lugar: João Pessoa – 67,73 pontos;
  • 10º lugar: Cuiabá – 67,22 pontos.
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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência em assessoria de comunicação, com passagem pela Prefeitura Municipal de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos e na produção de conteúdo para web.

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