Por determinação do Governo Federal, o Bolsa Família libera mensalmente a lares em situação de vulnerabilidade social uma média de R$ 600, visando reduzir as disparidades entre as classes. No entanto, esse auxílio pode ser substituído por um outro ao longo da atual temporada, conforme anúncio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
No início de maio, milhares de brasileiros foram pegos de surpresa com as novas regras que permitem que os beneficiários do Bolsa Família realizem a troca para o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Esse último corresponde ao auxílio mensal de um salário mínimo (R$ 1.621), pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), direcionado para idosos acima de 65 anos ou pessoas com deficiência.

Na prática, os brasileiros que escolherem se desligar de forma voluntária do Bolsa Família para solicitar o BPC estarão protegidos durante a análise do pedido pelos órgãos competentes. Sobretudo, essa sobrevida garante que os lares de baixa renda não fiquem desamparados enquanto aguardam a aprovação do novo auxílio.
Como realizar o desligamento do Bolsa Família?
Diretamente no INSS (no momento do pedido do BPC):
- Ao solicitar o BPC (por idade ou deficiência) no INSS, é necessário informar ao servidor ou marcar no sistema que deseja o desligamento voluntário do Bolsa Família.
- O sistema foi ajustado para registrar a concordância com o cancelamento caso identifique incompatibilidade de renda.
Por meio do aplicativo Bolsa Família ou CadÚnico:
- Acesse o Aplicativo Bolsa Família (ou aplicativo do Cadastro Único).
- Procure pela opção de Desligamento Voluntário.
- Leia e aceite o Termo de Desligamento Voluntário.
Presencialmente no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social):
- Compareça ao CRAS mais próximo ou ao setor do Cadastro Único da sua prefeitura.
- O responsável familiar deve solicitar o desligamento voluntário.
- Será necessário preencher e assinar o Termo de Desligamento.





