Uma multa está sendo aplicada a quem usa GPS enquanto dirige no México. Embora a utilização de aplicativos de navegação, como o Waze ou o Google Maps, tenha se tornado praticamente essencial para dirigir em cidades com trânsito intenso, a tecnologia também trouxe junto com ela a distração.
Por essa razão, as autoridades de trânsito mexicanas têm endurecido as leis de trânsito para incluir não apenas o uso de smartphones, mas também a manipulação de sistemas de navegação enquanto o veículo está em movimento. Assim, ações que se tornaram comuns, como ajustar uma rota, podem ser consideradas infração.
Vale destacar que o uso do aparelho em si para auxiliar o condutor não é considerado uma infração. O que é penalizado pelas autoridades de trânsito é a interação do motorista com a ferramenta enquanto dirige. Os sistemas de navegação são permitidos e, além disso, considerados úteis nas estradas.
A questão, porém, surge quando o condutor manipula o dispositivo enquanto o veículo está em movimento. Ações como tocar na tela do celular, deslizar o dedo no mapa, recalcular a rota ou digitar um novo destino sem parar são tidas como distrações diretas, pois desviam a atenção da estrada e aumentam o risco de acidentes.

Esse comportamento é equiparado ao uso do celular no volante, tendo em vista que ambos envolvem a mesma perda de concentração. Por isso, se algum policial flagrar o motorista interagindo com o smartphone, uma multa poderá ser aplicada.
Multa por interação com GPS pode variar
Quanto ao valor da multa por interação com GPS, este pode variar de acordo com o histórico do motorista e do nível de reincidência. As cifras não são fixas e são calculadas com base na Unidade de Medida e Atualização (UMA).
Em suma, as penalidades podem variar de moderadas a severas se o condutor tiver um histórico de infrações de trânsito não pagas. Ou seja, não é apenas a infração em si que é avaliada, mas também o histórico de condução do motorista.






