Representatividade #4 – Luana Aleixo: diversão pela diversidade
Primeira temporada da série 'Representatividade', lançada pelo Portal A Crítica, debate sobre gênero e sexualidade. Quarto episódio, publicado nesta terça-feira (1º), fala sobre visibilidade lésbica
Enquanto ser mulher é travar luta diária contra a misoginia nas práticas cotidianas e questões estruturais da sociedade, ser mulher e lésbica “cria” mais de um leão por dia: unem-se machismo e homofobia.
Em casos extremos – mas não raros -, o “leão” pode nutrir-se de elevadas doses de machismo e acreditar que é possível corrigir uma mulher que ele julga ter um comportamento errado.
Por vezes, o leão fala em “conhecer um homem de verdade” e “aprender a virar mulher”. É melhor que ele não ataque.
“Você é bonita demais para ser lésbica” e “tudo bem gostar de mulher, mas não precisa agir feito homem” também são frases que fazem parte da existência lésbica mundo a fora. É fácil reconhecer isso, ainda que você passe longe de ser uma.
O direito de existir e amar apesar das frases naturalizadas é uma batalha diária pela dignidade de ser. Luta esta que encontra entre as combatentes a empresária e dj manauara Luana Aleixo.
A última entrevistada da temporada sobre gênero e sexualidade da série “Representatividade”, do Portal A Crítica, fala sobre projetos e a missão de unir empreendedorismo, diversidade e inclusão.
Veja todos os episódios da série:
Representatividade #1 – Sob as lentes de Noa: homem, fotógrafo e trans
Representatividade #2 – Diana Brasilis: ‘transgredir’ para existir
Representatividade #3 – Mendes Auá: muito além do ‘ele’ e ‘ela’