Crise no Garantido

‘Sebastião só não continua no Garantido se não quiser’, afirmou o presidente do Boi, Antônio Andrade

Mesmo diante da crise enfrentada pelo Boi, ele descarta renunciar ao cargo

Karol Pacheco
29/06/2022 às 13:15.
Atualizado em 29/06/2022 às 19:38

(Foto: Arlesson Sicsú)

Em uma entrevista à Rádio Clube, de Parintins, no final da manhã desta quarta-feira (29), o presidente do Garantido, Antônio Andrade, afirmou que Sebastião Júnior, que entregou seu cargo de levantador de toadas no último domingo (26), “só não continua no Garantido se não quiser”. Ele disse que ainda aguarda uma conversa com o ídolo da galera vermelha e branca para alinharem a situação.

Segundo Antônio, o Garantido enfrenta uma das maiores crises de sua história e que o clima na baixa não está bom. “Se eu dissesse que está bom, estaria como um avestruz, que esconde a cabeça dos problemas”.  

Ele disse que sabe que houve falhas durante a execução do projeto de arena, como o de colocar um levantador para se apresentar a cada noite, por exemplo. “Não haveria tempo para mudar, pois cada artista se preparou para aquela noite”, afirmou.

Ele disse que o Boi não teve fogos de artifícios durante duas noites porque “o dinheiro tinha acabado”. Questionado porque o Caprichoso tinha, visto que recebe o mesmo recurso, disse que o Boi azul e branco não teve tanto dinheiro confiscado por situações trabalhistas quanto eles.

Por fim, ele falou que chega a temer pela sua segurança e que não foi à apuração porque estaria esperando um encontro com Sebastião Júnior em sua casa.

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