Um novo levantamento internacional colocou o Brasil em posição de destaque no cenário global de defesa em 2026. No entanto, o dado que mais chamou atenção foi a superação de países que tradicionalmente são mais fortes no setor militar.
De acordo com o estudo do Global Firepower, que avaliou 145 países com base em mais de 60 critérios, o Brasil aparece entre as maiores forças militares do planeta. Justamente por considerar fatores como efetivo, equipamentos, logística e recursos estratégicos, o ranking é visto como uma das principais referências do setor.
No levantamento mais recente, o país ocupa a 11ª colocação mundial com índice PwrIndx de 0,2374, indicador em que números menores representam maior poder convencional. Até mesmo países como Alemanha e Paquistão ficaram atrás, aparecendo respectivamente na 12ª e 14ª posições.
O topo do ranking continua sendo dominado por potências históricas, com Estados Unidos na liderança. Em seguida aparecem Rússia e China, mantendo a configuração já esperada no cenário internacional.
O estudo leva em conta não apenas o número de militares ativos, mas também a quantidade de aeronaves, veículos blindados, navios e capacidade de mobilização. No entanto, não são considerados fatores como armamento nuclear e alianças políticas, o que pode influenciar análises mais amplas.

De onde vem esse crescimento da força do Brasil nesse setor?
O desempenho brasileiro é atribuído justamente à combinação de grande efetivo, território estratégico e diversidade de recursos disponíveis. Até mesmo a capacidade logística e a presença em áreas sensíveis do território nacional entram na conta da avaliação.
Mesmo diante de desafios orçamentários e debates sobre modernização, o país mantém uma estrutura considerada sólida dentro dos parâmetros analisados. No entanto, especialistas lembram que o ranking mede potencial convencional e não necessariamente poder real em caso de conflito global.






