VÔLEI SENTADO

Amazonense Laiana Batista conquista terceiro lugar no mundial que aconteceu em Cairo, Egito

Medalha de bronze veio após a Seleção Feminina Brasileira derrotar por três sets a zero a Alemanha (25/13, 25/17 e 25/18), na Copa do Mundo de vôlei sentado

Lane Azevedo
22/11/2023 às 19:02.
Atualizado em 22/11/2023 às 19:02

Laiana Rodrigues garantiu medalha de bronze com a seleção feminina brasileira na Copa do Mundo de vôlei sentado (Foto: Arquivo Pessoal)

A amazonense Laiana Rodrigues garantiu medalha de bronze com a seleção feminina brasileira na Copa do Mundo de vôlei sentado, competição que aconteceu no Cairo, capital do Egito. A medalha veio após derrotar por três sets a zero a Alemanha (25/13, 25/17 e 25/18).

A campanha

Na estreia, elas venceram a Holanda por 3 sets a zero, com parciais 25/15, 25/14 e 25/15. Na segunda rodada, as brasileiras perderam para o Canadá por 3x1, com parciais 25×15, 21×25, 22×25, 20×25.

No confronto seguinte, elas despacharam a Eslovênia por 3 sets a zero, com parciais 25/16, 25/9 e 25/13. 

Para terminar a fase classificatória, elas saíram vitoriosas ao ganharem da Ucrânia por 3 sets a zero, com parciais de 25/9, 25/23 e 25/11. Nas quartas de final, a seleção verde e amarela superou por 3 sets a 0 a Ruanda. Classificadas para a semifinal, elas não seguraram a China e ficaram fora da final da Copa do Mundo. A partida foi encerrada em 3x0, com parciais de 25/23, 25/21 e 25/23. 

“Estávamos confiantes de subir em mais um pódio. Nossa chave B não estava tão difícil para o confronto (com exceção da equipe do Canadá). Desde 2016 não jogamos contra China, vieram como uma caixinha de surpresa. Já o Canadá conhecemos bem, enfim, não estávamos numa boa semana, erramos muito. Entramos numa "desconhecida equipe", quando tivemos que mudar algumas peças de posição, foi como se a nossa equipe não tivesse se encaixado”, pontuou Laiana.

O que ficou de lição

Disputando o terceiro lugar do torneio, a seleção teve Alemanha pela frente e não perdoou em vitória sem sustos, com parciais de 25 a 13, 25 a 17 e 25 a 18, garantindo o bronze para o Brasil. 

Em entrevista ao A CRÍTICA, a amazonense contou o que ficou de lição desta competição. Virando a página, ela foca nas Paralimpíadas, em Paris 2024.

“Precisamos ser resilientes agora. De lição: um dia a gente ganha, outro a gente perde, porém, são os detalhes que fazem toda a diferença. Seguimos em frente, afinal tem uma Paralimpíadas logo aí”, projetou.
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