Em coletiva de imprensa realizada na Casa Brasil, em Milão, esquiador brasileiro comentou sobre a alegria de vestir as cores do país e objetivo de deixar um legado para os esportes de inverno
Lucas Pinheiro Braathen foi porta-bandeira na cerimônia de abertura (Gabriel Heusi/COB)
Lucas Pinheiro Braathen, principal nome do Time Brasil no esqui alpino nestes Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, se sente livre e preparado para o grande desafio da carreira. Em coletiva de imprensa na Casa Brasil, em Milão, na manhã deste sábado (7) o esquiador brasileiro refletiu sobre a pressão de carregar a bandeira brasileira, além da possibilidade de um resultado histórico para o país nestes Jogos.
Porta-bandeira da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura em Milão – dividindo o posto com Nicole Silveira, em Cortina –, Lucas comentou sobre a alegria e a liberdade que sente ao vestir as cores do Brasil. Para ele, a oportunidade de disputar os Jogos Olímpicos é motivo de grande honra e a principal meta é deixar um legado para os brasileiros.
Lucas reforçou a simbologia dos Jogos Olímpicos principalmente por um momento marcante no desfile da Cerimônia de Abertura. Ele compartilhou a bandeira brasileira com Bruna Moura, atleta do esqui cross country que ficou fora dos últimos Jogos em Pequim 2022 por ter sofrido um acidente a poucos dias da competição.
O brasileiro disputa as provas do slalom e do slalom gigante a partir do próximo sábado (14) e, além de estar focado nas descidas da montanha, lida de forma consciente com a expectativa de fazer um resultado histórico: conquistar a primeira medalha do Brasil em uma edição de Jogos Olímpicos de Inverno.
Nos preparativos para entrar em ação na sede de Bormio, local das competições do esqui alpino, Lucas Pinheiro Braathen fez uma análise dos desafios que vai encontrar.