Valendo o título da categoria Peladinho, Guerreirinhos/IEK e Recanto da Criança se enfrentam às 13h
Troféu do Peladão (Jeiza Russo)
A primeira das quatro finais da 50ª edição do Peladão, o maior campeonato de peladas do mundo, acontece às 13h deste domingo, na categoria Peladinho, com Guerreirinhos/IEK e Recanto da Criança sendo as equipes protagonistas desta grande decisão.
Pentacampeão consecutivo nos anos 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019, o Guerrerinhos/IEK busca seu sexto título. Representando a comissão técnica do Guerrerinhos - que tem Jairo Seixas como técnico da equipe tricolor -, Jorginho relembrou o início da franquia oficial do Fluminense (RJ) na competição.
“Quando nós resolvemos participar do Peladinho, em 2014, a escolinha tinha dois anos em Manaus. O ano base era 2000 e colocamos uma equipe com jogadores 2001, pensando no torneio do ano seguinte. Acabamos saindo nas quartas de final para o Panair, que foi o campeão e vimos que era algo onde poderíamos dar um ‘up’ na escolinha", disse antes de prosseguir.
"Um ano depois, com esse mesmo elenco 2001, na nossa primeira final, nós fomos campeões num SESI lotado, engrandecendo nosso trabalho, uma vitrine que divulgou ainda mais a nossa marca”, explicou Jorginho em conversa ao A Crítica.
Em 2009, o Recanto da Criança conquistou o título da categoria Peladinho. Agora, na temporada 2022, a equipe tem a chance de conquistar o bicampeonato. Representando o Recanto, Itamar Oliveira explicou os motivos que motivaram o time a retornar para o Peladinho.
“Estou como coordenador técnico do Recanto há seis anos. Nosso ‘carro-forte’ é o futsal e nós acabávamos cedendo atletas para outros clubes participarem do Peladinho, atrapalhando um pouco nosso planejamento. Com o apoio de várias pessoas, colocamos nossa equipe no Peladinho, pois já que nós temos a ‘prata da casa’ sendo disputada por outros clubes, por que então não disputar? Temos um legado no Peladinho e queremos reviver essa história com nossos atletas”, afirma Itamar, em entrevista à página no Facebook ‘Peladão A Crítica’.