APREENSÃO

Receita Federal em Manaus apreende 4kg skunk em carga indo para Guarulhos, em São Paulo

Durante revista em cargas no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, foram apreendidas 4,1 kg de Skunk, com valor avaliado em R$ 100 mil

acritica.com
22/07/2023 às 17:46.
Atualizado em 22/07/2023 às 17:46

(Foto: Divulgação)

As Equipes de Vigilância e Repressão (EVR) da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e K9 da Receita Federal realizaram, na tarde de sexta-feira (21), operação de combate ao contrabando e descaminho no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e apreenderam 4,1 kg de Skunk.

Após realização de procedimentos de análise de risco a EVR e a Equipe K9, com os agentes caninos Deco e Odin, identificaram cargas suspeitas saindo de Manaus/AM para Guarulhos/SP. Os cães de faro sinalizaram positivamente para duas caixas de papelão, que foram separadas e submetidas ao raio-x, confirmando a presença de produto orgânico em seu interior.  Ambas foram abertas e a fiscalização constatou a presença de 4,1 kg de Skunk, com valor avaliado em R$ 100 mil.

O skunk é produzido a partir do cruzamento genético e do cultivo hidropônico da planta Cannabis sativa, a mesma que dá origem à maconha. A droga é criada em laboratório através da manipulação de espécies com engenharia genética e tem uma concentração mais forte de THC (Tetra-hidro-canabidinol), substância psicoativa que age alterando os níveis de serotonina e de dopamina, os hormônios ligados às sensações de prazer e satisfação no cérebro., aumento de apetite por doces, olhos avermelhados, dilatação das pupilas, alucinações, etc.

A atuação da Receita Federal contra ilícitos

A Alfândega do Aeroporto de Manaus informa que as ações de fiscalização e controle aduaneiro realizadas têm por objetivo evitar a circulação, no território nacional, de produtos potencialmente nocivos à saúde e ao meio ambiente, e inibe a prática de crimes que geram desemprego, sonegação de impostos e concorrência desleal à indústria e ao comércio local.

A Receita Federal também alerta que muitos casos de contrabando e descaminho, considerados pela população como crimes “menores”, estão ligados ao crime organizado que atua nas fronteiras brasileiras. Essas organizações criminosas, que promovem tráfico internacional de drogas, armas e munições, utilizam-se do mercado ilegal de produtos como forma de financiamento para suas ações. É importante que a população se conscientize de que o que pode parecer uma “pequena transgressão” traz grandes prejuízos ao país, contribuindo inclusive para a deterioração da segurança pública.

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