Área concentra marinas, flutuantes, bares e hospedarias e corresponde a cerca de 16% do território de Manaus
(Foto: Janailton Falcão/Amazonastur)
A atividade turística na Bacia do Tarumã-Açu deverá integrar as diretrizes do Plano Diretor elaborado para orientar o uso e a preservação da região, que corresponde a cerca de 16% do território de Manaus.
Nesta quinta-feira (6), a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur) participou de uma visita técnica à área que reuniu representantes envolvidos na construção do documento, que prevê medidas para conciliar atividades econômicas, infraestrutura turística e conservação dos recursos naturais.
Integrante do Comitê da BHTA desde sua criação, em 2009, a Amazonastur contribui com estudos voltados ao ordenamento socioambiental da atividade turística. O trabalho contempla o levantamento de áreas de interesse, a definição de normas de uso e a compatibilização das atividades econômicas com a preservação dos recursos naturais.
Para o presidente da Amazonastur, Sérgio Litaiff Filho, a participação da empresa no processo é fundamental para consolidar o turismo de forma organizada. "A nossa participação no comitê é essencial para o ordenamento turístico em uma das áreas de grande movimentação turística e de lazer na capital. As ações desenvolvidas em conjunto com os demais órgãos garantem que esse crescimento ocorra dentro dos princípios da sustentabilidade e da preservação ambiental", destacou.
A bacia do Rio Tarumã-Açu corresponde a cerca de 16% da área territorial de Manaus e concentra intensa movimentação turística, reunindo marinas, bares e restaurantes flutuantes, estaleiros e hospedarias. O planejamento também prevê a identificação das necessidades de infraestrutura para fortalecer o turismo na região.
Desde sua criação, o Comitê da BHTA atua na elaboração do Plano Diretor da Bacia, com foco na conservação dos recursos hídricos, no combate à poluição e na gestão participativa da área de transição entre os ambientes urbano e rural. O documento servirá de base para ações de preservação e uso sustentável da bacia.