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Ao manter prisão de Mayc Parede, juiz pede que PGJ entregue provas

Além de apontar que o relaxamento de prisão não se aplica devido a gravidade do crime, o juiz George Hamilton pediu que o procuradoria geral de Justiça do Amazonas determine que os promotores do caso entreguem todas as provas recolhidas durante a investigação.

Portal A Crítica
24/03/2021 às 21:46.
Atualizado em 09/03/2022 às 08:32

(Foto: Junio Matos )

Decisão do juiz George Hamilton Lins Barroso, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, negou o pedido de liberdade de Mayc Vinicius Teixeira Parede, nesta quarta-feira (24). Parede está preso provisoriamente após ter sido denunciado por envovilmento no assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues, em 2019. Em 2020 ele se tornou réu no processo.

Além de apontar que o relaxamento de prisão não se aplica devido a gravidade do crime, o juiz George Hamilton pediu que o procuradoria geral de Justiça do Amazonas determine que os promotores do caso entreguem todas as provas recolhidas durante a investigação. O prazo para que os promotores entreguem as evidências é de cinco dias.

Além de Mayc, o Ministério Público denunciou Elizeu da Paz, José Edvandro Júnior e Alejandro Molina Valeiko e Paola Valeiko. Os últimos são filhos da ex-primeira dama de Manaus, Elisabeth Valeiko. 

O engenheiro Flávio Rodrigues foi encontrado morto após uma festa na casa de Alejandro, filho da ex-primeira-dama. 

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