Informação foi divulgada em nota nesta segunda-feira (28). Até o momento, dois hospitais privado afirmam ter chegado a capacidade máxima de ocupação de leitos Covi-19
(Foto: Arquivo A CRÍTICA)
A Prefeitura de Manaus confirmou por meio de nota, na manhã desta segunda-feira (28), que a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) vem registrando aumento na demanda de atendimento de casos suspeitos de Covid-19 em todas as 17 unidades referências para a doença em Manaus.
A alta procura também foi registrada na Clínica da Família Carmen Nicolau, e em todas as UBSs da rede municipal de Saúde, “assim como vem ocorrendo nas unidades estaduais e particulares”, o que, para a Semed, pode resultar em demora nos atendimentos.
“A Semsa, em suas unidades preferenciais, oferece a testagem rápida e faz o encaminhamento, de acordo com a necessidade, para a realização do exame PCR, além de possuir o serviço de coleta domiciliar, conforme critérios clínicos”, conclui a nota.
Após queixa do governador Wilson Lima (PSC), a Prefeitura de Manaus ampliou o número de UBSs para atendimento a pacientes com Covid-19 na capital amazonense.
As UBSs que atendem pacientes com Covid são: UBS Arthur Virgílio, na Zona Norte; UBS Dr. Luiz Montenegro, UBS Theomário Pinto e Theodomiro Garrido, Zona Sul; UBS Ivone Lima e UBS Gebes de Medeiros, Zona Leste; e a UBS Santos Dumont, da Zona Oeste.
Além delas, as 11 UBSs que já realizavam o atendimento a casos da doença na capital, serão mantidas. Segundo a prefeitura, os horários de atendimento seguirão a rotina da UBSs de horário ampliado, ou seja, de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h.
Aos sábados, das 8h às 12h. Já a Clínica da Família Carmen Nicolau, outro centro de referência no tratamento da doença, funcionará de segunda a sexta, das 7h às 19h e sábados, domingos e feriados das 8h às 18h.
A Prefeitura de Manaus, em parceria com empresas privadas, como Samel e Transire, construiu o Hospital de Campanha Municipal Gilberto Novaes. A unidade hospitalar foi destinada a pacientes de Covid-19 encaminhados via Central de Regulação e ocupou o prédio de um Centro Integrado Municipal de Educação (Cime).
Em junho, a Prefeitura de Manaus passou a administrar o hospital e manteve os atendimentos. Inaugurado às pressas em 13 de abril, o hospital curou mais de 570 pacientes - entre eles, 28 indígenas - que precisaram de internação.
Após a parceria, Samel e Prefeitura brigaram por equipamentos do hospital de campanha quando o grupo Samel tentou reaver os equipamentos para atender pacientes de covid-19 em Boa Vista (RR).