Publicidade
Manaus
DATA DIVULGADA

Concurso da Seduc: prova será reaplicada para 7 mil candidatos no próximo dia 22

Concorrentes ao cargo de ‘Professor de Ensino Regular – Ciclo 20 horas – Manaus’ terão que refazer a prova após envelopes com o exame chegarem em uma sala com o lacre rompido nesse domingo (8) 09/07/2018 às 15:57
Show escola
Escola de Tempo Integral Elisa Bessa, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste, onde ocorreu a denúncia de irregularidade. Foto: Divulgação
acritica.com* Manaus (AM)

A reaplicação das provas do Concurso Público da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) para cerca de 7 mil candidatos ao cargo específico de Professor de Ensino Regular – Ciclo 20 horas – Manaus, será no próximo dia 22 de julho (domingo). Conforme denúncias, envelopes de provas chegaram em uma sala com o lacre rompido nesse domingo (8).

A data foi decidida, no final da manhã desta segunda-feira (9), pela Coordenação do Certame por determinação do secretário de Educação, professor Lourenço Braga, que pediu celeridade na reaplicação das provas. “Precisávamos dar uma resposta rápida para a sociedade do meu Estado e cobrei da empresa que as provas fossem reaplicadas no menor prazo possível”, afirmou o secretário.

O Instituto Acesso de Ensino, Pesquisa, Avaliação, Seleção e Emprego (Instituto Acesso), empresa responsável pela realização do concurso, divulgará, nos próximos dias, os locais e horários para a realização do certame por meio de seu site.

Durante coletiva realizada na manhã desta segunda-feira, o secretário de Educação do Amazonas, professor Lourenço Braga, explicou os motivos da sua decisão de reaplicar as provas. “O concurso foi realizado dentro de todas as normas de segurança e com a maior seriedade e lisura. Ao percebermos uma falha humana no manuseio de um dos malotes decidimos pela reaplicação das provas para evitar qualquer tipo de desconfiança”, destacou o secretário.

Conforme Lourenço, os envelopes de provas com lacre rompido foram abertos erroneamente por um fiscal de sala antes de ele acionar dois candidatos como testemunhas. O caso aconteceu na Escola de Tempo Integral Elisa Bessa, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste. Segundo o secretário, parte dos candidatos se negou a fazer a prova ao perceberem que o lacre já estava rompido, outros a fizeram mesmo assim.

*Com informações da assessoria de imprensa.

Publicidade
Publicidade