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BOLETIM

Boletim aponta aumento de casos de H1N1 no Amazonas, mas sem novas mortes

Estado agora registra 96 pessoas infectadas com o vírus da Influenza A e 24 mortes. Outros seis óbitos foram confirmados por Vírus Sincicial Respiratório 13/03/2019 às 21:50
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Foto: Lucas Silva/Semcom
acrítica.com Manaus (AM)

Sobiu para 96 o número de pessoas infectadas com o vírus da Influenza A (H1N1), conforme a edição nº 08 do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado do Amazonas, divulgado nesta quarta-feira (13), pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS). Um aumento de 5 casos positivos para a infecção em relação ao último informe, divulgado na segunda-feira (11).  

Ainda segundo o boletim da FVS, foram notificados 509 casos da Síndrome Gripal Grave (SGG), dos quais 57, também são positivos para o Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

Não houve registro de novos óbitos por H1N1, permanecendo o total de 24 mortes pelo Estado - 20 em Manaus, duas em Manacapuru, uma em Parintins e uma em Itacoatiara. Outros seis óbitos foram confirmados por Vírus Sincicial Respiratório, sendo cinco de Manaus e um de Borba, além de um óbito em Manaus por Parainfluenza tipo 3.

Treinamento

Os profissionais da saúde, da rede privada e pública, lotados nos municípios de Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Itacoatiara, Rio Preto da Eva, Manacapuru, Manaquiri e Presidente Figueiredo, Urucurituba e Borba receberão treinamento para a Coleta de Material de SRAG. O treinamento acontece no período da manhã no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen- FVS) e vai até esta quinta-feira (14).

Segundo a diretora-presidente da FVS, Rosemary Costa Pinto, o treinamento é uma estratégia de reforço junto aos municípios do interior para que essa coleta seja feita com qualidade, em tempo oportuno e encaminhada para análise do Lacen. “A finalidade é conhecer melhor o perfil dos vírus respiratórios circulantes nestes municípios, visando aprimoramento da vigilância e assistência oportuno aos casos graves de SRAG”, disse.

O farmacêutico bioquímico de Rio Preto da Eva, Alaim de Aguiar, ficou ainda mais em alerta para os casos suspeitos de SRAG. “A coleta de amostra de aspirado nasofaringe pela técnica de SWAB combinada é complexa e exige muita atenção do profissional durante o procedimento e o treino prático da técnica foi uma experiência incrível”, avaliou.

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