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Manaus
POLÍTICA

Governo do Amazonas define Comissão de Transição e trabalhos iniciam nesta semana

Os secretários da atual administração pública nomeados para repassar as informações para a gestão do governador eleito são Alfredo Paes, Francisco Deodato e Arthur Lins 05/11/2018 às 16:17 - Atualizado em 05/11/2018 às 16:24
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Da direita para a esquerda, Francisco Deodato, Alfredo Paes e Arthur Lins. Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

Decreto publicado nesta segunda-feira (5) e assinado pelo atual governador do Estado, Amazonino Mendes (PDT), definiu a Comissão de Transição do Governo do Amazonas. A equipe terá a função de repassar para o governador eleito, Wilson Lima (PSC), informações e dados sobre as contas públicas, recursos humanos, ações, programas e projetos em andamento, bem como contratos, convênios, pactos e demais ajustes.

Os integrantes da atual administração pública nomeados para repassar as informações para a nova gestão são Alfredo Paes (secretário da Fazenda), Francisco Deodato (secretário de Saúde) e Arthur Lins (secretário Chefe da Casa Civil).

O decreto ainda cita como representantes de Wilson Lima o vice-governador eleito Carlos Almeida Filho (PRTB) e o deputado Luiz Castro (Rede), tendo como coordenador Humberto Laudares, que já participou de equipes de transição no Rio Grande do Sul e em São Paulo.

Ainda de acordo com o decreto, os titulares das demais secretarias e órgão ficam obrigados a fornecer os dados e informações requisitadas pelo presidente da Comissão de Transição, função exercida pelo secretário da Fazenda.  O decreto entra em vigor nesta segunda-feira (5), data de publicação.

Além dos nomes citados anteriormente, a equipe de transição de Wilson conta com o ex-secretário de educação de São Paulo, Gabriel Chalita, o médico infectologista e ex-secretário de Saúde de São Paulo David Uip e o general da reserva do Exército Brasileiro Franklimberg de Freitas.

O grupo será responsável por fazer a interlocução com a atual gestão estadual, levantar os números da administração e, a partir disso, fazer o planejamento para o novo governo, que inicia em 1º de janeiro.

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