Segunda-feira, 09 de Dezembro de 2019
FILME

Netflix estreia 'Klaus' seu primeiro longa-metragem de animação

Intitulado 'Klaus', o filme no Brasil traz as vozes de Rodrigo Santoro (Jesper), Daniel Boaventura (Klaus) e Fernanda Vasconcellos (Alva).



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18/11/2019 às 15:49

A pouco mais de um mês para o Natal, o espírito das boas festas já se faz presente no catálogo da Netflix. A plataforma de streaming estreou mundialmente na última sexta-feira (15) seu primeiro longa-metragem de animação. Intitulado 'Klaus', o filme no Brasil traz as vozes de Rodrigo Santoro (Jesper), Daniel Boaventura (Klaus) e Fernanda Vasconcellos (Alva).

O filme, dirigido pelo espanhol Sergio Pablos, co-criador de Meu Malvado Favorito, traz a história de Jesper, um estudante da academia postal que tem a grande ideia de distribuir brinquedos para crianças que precisam de carinho.



Daniel Boaventura dá voz a Klaus, um carpinteiro misterioso que fabrica brinquedos feitos à mão. "É uma teoria de origem do Papai Noel em que ele era um carpinteiro solitário, e é descoberto por um garoto que é acompanhado por uma professora que ajuda a intermediar essa relação. Durante o processo, o filme me cativou ainda mais pois o diretor Sergio Pablos fez um texto maravilhoso: engraçado, com humor, mistério, romance, drama e dinâmico. Além de tudo isso passa uma mensagem clara de maneira divertida, que entretém", conta Daniel em conversa com o A CRÍTICA

Desafios da dublagem

Boaventura, que também é cantor, afirma que o fato de já trabalhar com a música facilitou o processo de dublagem do filme. "Eu estou acostumado a estar dentro do estúdio, trabalhar a voz, usar a voz como instrumento exclusivo para contar uma história é algo que acho muito divertido. Nesse projeto, isso tomou uma envergadura maior", conta.

Fernanda Vasconcellos é a professora Alva no filme, aliada do protagonista Jesper. "Alva é uma professora que mora em Smeerensburg. Todos os sonhos dela acabam sendo engessados, e ela foi ficando uma mulher automatizada. Ainda assim ela tem um humor, é hilária, espontânea e verdadeira. Com os encontros que ela tem na vida você percebe que existe a chama de se transformar, e isso acontece com ela e com as pessoas em volta", conta a atriz.

Em 2006, Fernanda trabalhou na dublagem do infantil Eragon e destaca as principais diferenças neste processo em relação a atuação convencional: "Quando você pega um personagem de série, filme, você pega o roteiro e cria através do corpo e entra na natureza da pessoa, na dublagem você entende a voz do personagem através dos gestos que você vê na tela. Outra diferença é que num roteiro convencional de série, filme, a gente compõe o personagem em meses, e na dublagem a gente faz isso em horas, toda a trajetória do personagem em horas", enumera.

No geral, o filme traz à tona temas universais como: companheirismo, convívio social e o senso de coletividade. "Sinto que o filme será um novo clássico. A estética do filme traz uma atemporalidade. Acho que será muito interessante. Acredito que irá atingir muita gente, de culturas e idades diferentes", finalizam os atores.

Repórter de A Crítica

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