Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
SEM CONCLUSÃO

Polícia deve prorrogar investigações do 'Caso Flávio' por mais 10 dias

Inquérito policial, que deveria estar pronto em 30 dias, precisará de mais tempo para ser concluído e entregue à Justiça do Amazonas



show_alejandro_xxxxxxxxx_40C31246-ADA6-4DC1-A353-A11E6FFAE00A.jpg Foto: Winnetou Almeida/A Crítica
29/10/2019 às 07:20

Um mês depois do assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues, ocorrido em condições misteriosas na noite do dia 29 de setembro, em um condomínio de luxo no bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, a polícia ainda vai precisar de mais dez dias para concluir as investigações e encaminhar o inquérito para a Justiça. Até esta segunda-feira (28), ninguém tinha sido indiciado pelo homicídio de Flávio, mas há seis pessoas presas temporariamente como suspeitas de envolvimento no crime.

O jornal A CRÍTICA teve acesso a informações de que a polícia já sabe o que aconteceu naquela noite na casa de Alejandro Valeiko, enteado do prefeito de Manaus, Arthur Neto, no condomínio Passaredo. Entretanto, a DEHS está aguardando os laudos da perícia e exames de DNA para encerrar as investigações, fazer o relatório e indiciar os envolvidos no homicídio.



O laudo da perícia feita em um sapato, que estava sujo de barro na área de serviço da residência de Alejandro, constatou que a terra encontrada na sola não era compatível com o local onde o corpo do engenheiro foi encontrado, no Tarumã, na Zona Oeste. As amostras foram coletadas pelos peritos do Departamento de Perícia Técnica e Cientifica (DPTC) e encaminhadas para os laboratórios de engenharia da UFAM e UEA.

Os suspeitos de participação no assassinato de Flávio, Elielton Magno de Menezes Gomes Júnior, 22, José Edvandro Martins de Souza Júnior, 31, o cozinheiro Vitório Dell Gato, o sargento da Polícia Militar (PM) Elizeu da Paz de Souza, 37, e o ex-PM Mayc Vinícius Teixeira Parede, 37, e Alejandro Molina Valeiko seguem presos por envolvimento no caso.

A prisão temporária de 30 dias deverá terminar no dia 4 de novembro. Na segunda-feira (28), o delegado da DEHS, Paulo Martins, disse que ainda não é possível afirmar se será pedida a prorrogação de algumas delas ou quantas serão transformadas em prisões preventivas.

Repórter de A Crítica

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