Sábado, 24 de Outubro de 2020
DENUNCIA

Ufam apura denúncias de supostas fraudes em acesso por meio de cota racial

Um perfil criado em uma rede social expôs fotos de alunos que teriam ingressado na Ufam usando cotas raciais que não condizem com a etnia. A instituição de ensino se pronunciou sobre o caso por meio de nota oficial



show_images__6__C391C18E-FD10-4F77-A29F-31919B0FA67A.jpg Foto: Reprodução
04/06/2020 às 14:07

Hoje (4), um perfil em uma rede social chamado Auto Declarados Cota – Manaus (@fraudeam) expôs nome e fotos de candidatos que, por meio do Processo Seletivo Contínuo (PSC) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), teriam conseguido ingressar na instituição federal usufruindo da cota racial.

No entanto, de acordo com as fotos divulgadas no perfil, os alunos que utilizaram da Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, não condizem com os grupos abrangidos pela referida lei. A lei determina que vagas sejam reservadas em instituições públicas ou privadas para grupos específicos classificados por etnias, na maioria das vezes, negros, pardos e indígenas.



Em nota a Ufam se pronunciou afirmando que já tem ciência das denúncias feitas de maneira formal nos canais oficiais da instituição. Segundo a institução, as denúncias são apuradas por Comissão constituída por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Proeg), inclusive com Comissão Recursla para análise de recursos por parte dos candidatos.

Ao fim da nota oficial, a Ufam salientou que parte do pressuposto legal de validade da autodeclaração, quando o candidato assume toda a responsabilidade pela declaração prestada quando da inscrição no Processo Seletivo e no ato da Matrícula Institucional. A nota finaliza destacando que, caso exista incongruência na declaração, o aluno poderá ter sua matrícula cancelada.

Confira a nota na íntegra:

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