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Convocação abre análise do caminho do Brasil no Grupo C da Copa

Com a convocação definida por Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira entra em uma nova fase de preparação para a Copa do Mundo de 2026

acritica.com
25/05/2026 às 15:42.
Atualizado em 26/05/2026 às 09:44

Com a convocação definida por Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira entra em uma nova fase de preparação para a Copa do Mundo de 2026. A lista ajuda a projetar o time, mas também muda o foco da discussão: agora, o debate passa pelo caminho do Brasil em busca do HEPTA.

A edição de 2026 será muito maior do que antes. A Copa agora será disputada por 48 seleções, divididas em 12 grupos de quatro, onde avançam os dois primeiros de cada chave e os oito melhores terceiros colocados. Isso torna a classificação mais acessível, mas aumenta a importância de terminar bem colocado para buscar um cruzamento mais favorável na fase seguinte.

E a corrida pela taça já começou. Torcedores do mundo todo, jornalistas e, também os melhores sites de apostas Copa Do Mundo 2026, já fazem projeções e apontam os favoritos. Mas antes de pensar na final, é importante focar nos primeiros adversários do Grupo C, onde o Brasil vai enfrentar Marrocos, Haiti e Escócia. Saiba mais sobre eles.

Marrocos é o grande teste da primeira fase

O jogo contra Marrocos, na estreia, deve ser o principal termômetro do Brasil no grupo. A seleção africana ganhou outro patamar depois da campanha histórica na Copa de 2022, quando chegou à semifinal e mostrou organização, força física e capacidade de competir contra adversários tradicionais.

Por isso, apesar de o Brasil ser favorito na chave, não dá para tratar o Grupo C como simples. Marrocos é o rival mais perigoso e pode exigir uma Seleção pronta desde o primeiro jogo. Uma vitória na estreia teria peso enorme, porque colocaria o Brasil em vantagem na briga pela liderança e reduziria a pressão nas rodadas seguintes.

Esse confronto também deve testar o encaixe escolhido por Ancelotti. Com nomes como Vinicius Jr., Neymar, Raphinha e Endrick, o Brasil tem talento para decidir. Mas contra uma equipe organizada, será preciso mais do que brilho individual.

Haiti e Escócia aumentam a obrigação brasileira

Depois de Marrocos, o Brasil encara Haiti e Escócia. No papel, são adversários mais acessíveis, especialmente o Haiti, que aparece como o time de menor peso técnico da chave. Para uma Seleção que mira o título, esse é o tipo de jogo em que não basta vencer: é preciso controlar, criar vantagem e evitar sustos.

A Escócia exige uma leitura diferente. A equipe europeia tende a oferecer jogo físico, intensidade e disputa forte pelo alto. Não tem o mesmo peso de Marrocos, mas pode incomodar se o Brasil permitir uma partida truncada. Nesse tipo de cenário, paciência e circulação rápida de bola podem ser decisivas.

É nesse ponto que a convocação pesa na análise do grupo. A Seleção precisa usar a primeira fase para ganhar ritmo, testar soluções e construir confiança. Se confirmar o favoritismo contra Haiti e Escócia, o Brasil pode chegar ao mata-mata com menos desgaste e mais controle.

Boa campanha pode influenciar o mata-mata

O novo formato da Copa muda a lógica da primeira fase. Como até terceiros colocados podem avançar, uma seleção grande dificilmente olha para o grupo apenas pelo risco de eliminação. O ponto central passa a ser a qualidade da classificação.

Terminar em primeiro pode abrir um caminho mais interessante na fase de 32 seleções. Já tropeços contra rivais mais frágeis podem empurrar o Brasil para cruzamentos mais duros cedo demais. Em uma Copa mais longa, com uma rodada eliminatória extra, cada detalhe de campanha pode pesar.

Por isso, a Seleção precisa tratar o Grupo C como oportunidade. Marrocos mede o nível competitivo. Haiti e Escócia oferecem chance de pontuar, ajustar o time e buscar saldo. Para quem sonha com o hexa, passar de fase é obrigação. O verdadeiro desafio será passar bem.

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