Série D

Dico Woolley fala sobre trabalho no Manaus e destaca: “Não existe time titular”

Na estreia da Série D, a equipe contou com novidades nos 11 iniciais na vitória por 1 a 0 contra o GAS-RR

Daniel Prestes
07/04/2026 às 20:15.
Atualizado em 07/04/2026 às 20:15

Dico Woolley na beira do gramado em sua estreia pelo Manaus na Copa do Brasil (Foto: João Normando)

Após a vitória por 1 a 0 contra o GAS-RR, no último sábado (4), na estreia do grupo A1 da Série D do Brasileirão, o técnico Dico Woolley falou sobre não existir time titular no futebol. Da sua estreia no dia 11 de março – quando o Manaus caiu nos pênaltis para o Londrina-PR, na terceira fase da Copa do Brasil – para o dia 4 de abril, o treinador realizou seis mudanças em seu time principal.

“Não existe time titular, o futebol é muito dinâmico e, em uma semana de trabalho, tudo pode mudar. Precisamos estudar o adversário para escolher o melhor sistema e a melhor formação, então, o que eu passo aqui para vocês é o que eu passo para os meus atletas. Não existe time titular. Existe um time que começa, um time que termina e que tudo isso não garante a continuidade na próxima partida”, destacou Woolley.

Tempo de trabalho 

Após a partida contra o Londrina, Dico teve 22 dias para colocar os seus métodos visando a estreia na Série D. Neste processo, o clube realizou rescisões, perdeu jogadores no mercado, realizou reposições e sofreu com baixas na semana do jogo. Além disso, dos sete reforços da janela, três chegaram apenas na semana da estreia contra o GAS. Sobre isso, Woolley destacou. 

“Temos muitos jogadores que ainda estão se adaptando, que chegaram agora. Perdemos dois jogadores (na estreia da Série D) que foi o Nicolas e o David (Luis), mas o Tico e o Henrique entraram muito bem, o que mostra a força do nosso elenco. Agora é trabalhar bem a semana para que, nesta quarta ou até quinta, a gente tenha uma escolha de formação para a partida deste final de semana, que será muito complicada”, analisou Woolley.

Na Arena da Amazônia, elenco do Manaus na estreia da Série D do Brasileirão

Concorrência 

 No processo de remontagem do elenco, Dico Woolley disse que o Manaus precisou lidar com uma “concorrência desleal” por conta do poder financeiro de outros clubes e a alta demanda de contratações com a Série D acumulando 96 clubes nesta temporada: “Fomos criteriosos nas contratações. Mas é claro que o momento do mercado foi difícil. São 96 equipes contratando, não foi só o Manaus. Fora equipes da Série C. Então, fomos criteriosos, mas algumas concorrências foram desleais contra algumas SAFs, que não têm limites para fazer ofertas e nós temos uma folha pé no chão e realista. A gente até demorou para fechar alguns acordos, três jogadores chegaram na semana da estreia, então tudo leva tempo para adaptação dos atletas novos”, concluiu Woolley. 

Foco no Naça

Com os retornos de David Luis e Nicolas trabalhando normalmente com os demais companheiros, o Manaus realiza atividades pela parte da manhã no CT Ninho do Gavião. Na segunda rodada, a equipe encara o Nacional, neste domingo (12), às 16h, na Arena da Amazônia. Na partida pelo Barezão deste ano, o clube esmeraldino venceu o campeão amazonense de 2026 por 1 a 0, gol de David Luis. 

No banco na estreia da Série D, David Luis foi o responsável pelo gol da vitória contra o Naça pelo Barezão

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