Após passagem de sucesso pelo Manaus FC e duas temporadas atuando no futebol cearense, goleiro Jonathan, retorna ao Nacional, clube que o projetou como jogador
Após duas temporadas fora do Amazonas, Jonathan retorna ao futebol baré para defender o Nacional em 2023, mas antes, o goleiro vestirá a camisa do São Raimundo na Copa Verde (Foto: Lucas Marinho/SREC)
O mundo do futebol gira a todo momento. Um dia você é revelado por um clube, no outro, é campeão em cima do antigo time. Porém, às vezes, você também retorna para o início de tudo. É o caso do goleiro Jonathan Braga Queiroz.
Natural de Alvarães (distante a 531 km de Manaus), Jonathan iniciou a carreira na base do Nacional Futebol Clube, em 2008, onde sagrou-se campeão em todas as categorias, inclusive, quando foi promovido ao time principal.
Em 2016, foi a última vez que ele defendeu o Leão da Vila Municipal, entretanto, o arqueiro está de volta às origens para o Campeonato Amazonense 2023.
No ano de 2019, o arqueiro conseguiu pelo Manaus FC o acesso à terceira divisão do Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, o amazonense acertou com o Ferroviário (CE). Nesta temporada, Jonathan atuou nas três competições que o time cearense disputou: Estadual, Copa do Brasil e Série C.
São Raimundo
O São Raimundo estreia no dia 28 de outubro contra o seu xará, São Raimundo (RR), fora de casa. Apesar de ter acertado com o Leão da Vila Municipal, Jonathan foi emprestado ao Tufão da Colina para o torneio. Será a terceira passagem pelo clube.
“É uma competição de tiro curto. A gente está se preparando da melhor forma possível para conseguir o objetivo. Vamos trazer essa classificação, não importa como, se não for na técnica, vai na garra, de qualquer jeito temos que trazer essa classificação. É muito bom voltar, fiquei dois anos longe dos meus familiares e a minha esposa, dos familiares dela também. Só tenho que comemorar o nosso retorno, aceitei o convite com muita felicidade", contou o atleta, após ficar dois anos longe de atuar em clube amazonense.
O arqueiro ainda comentou o que sentiu mais falta da terra baré na temporada distante.
"Em termos de clima é parecido Manaus e Ceará, a única diferença é que lá venta bastante. O que senti mais falta foi do açaí falta também porque tudo que ela comia tinha que ter farinha. Foi uma readaptação muito difícil, já comprei bastante litro de farinha para gente", contou.
Retrospecto do John
Aos 30 anos, John, relembrou seu início de carreira. O que mudou para hoje e o que continuou.
O Jonathan soma passagem também pelo Macaé (RJ), Uberlândia (MG), Rio Verde (MG), além dos clubes amazonenses, Sul América, Rio Negro e Iranduba.