fim de ano

Manaus encerra a temporada com 47,92% de aproveitamento em 2025

O Gavião do Norte ainda terá calendário cheio em 2026 e com mais uma oportunidade de tentar o acesso à Série C

Daniel Prestes
12/08/2025 às 16:36.
Atualizado em 12/08/2025 às 16:36

(Foto: Ygor Freitas/Manaus FC)

Com objetivo de retornar à Série C do Brasileirão, a temporada do Manaus terminou de forma precoce ao ser eliminado nos pênaltis para o Imperatriz-MA, no último sábado, pela segunda fase da Série D. A campanha que começou sob o comando do técnico Júlio César Nunes e terminou com Renatinho Potiguar, fez o Gavião do Norte conquistar sete vitórias, empatar quatro vezes e sofrer quatro derrotas. Levando em consideração a temporada inteira, o clube esmeraldino realizou 32 jogos e teve 47,92% de aproveitamento. 

O trabalho iniciou com o técnico Júlio César Nunes assumindo o comando e com o objetivo de passar de fase na Copa do Brasil, garantir calendário para o ano de 2026, brigar pelo título da Copa Verde e buscar o acesso na Série D. Os dois primeiros foram alcançados, o Gavião do Norte chegou na segunda fase da Copa – foi eliminado pelo Atlético-MG – e garantiu calendário para a temporada 2026, ao ser o terceiro colocado geral no Campeonato Amazonense.

Entretanto, ao iniciar a Série D, o trabalho de Júlio César acabou sendo interrompido na quarta rodada do primeiro turno, ao perder para a Tuna Luso-PA por 3 a 0, ficar fora do G4 e com o seu desempenho sendo questionado por torcedores do clube. O treinador foi demitido com 41,67% de aproveitamento, com cinco vitórias, 10 empates e cinco derrotas. Na Copa Verde, o treinador acabou caindo nas quartas de final para o Paysandu, perdendo em casa por 4 a 1. 

O retorno de Renatinho

Com pouco tempo para trabalhar e uma Série D para jogar, a direção correu atrás de um velho conhecido, que foi campeão amazonense em 2024: Renatinho Potiguar. Com idas e vindas no elenco, o treinador potiguar precisou ‘consertar’ o carro com ele em movimento e conseguiu botar o Manaus na segunda fase, com a terceira posição do grupo A1, atrás apenas de Tuna Luso e Manauara. 

Entretanto, após um jogo de ida desastroso, em que tomou dois gols em menos de 15 minutos do primeiro tempo, o Manaus acabou perdendo para o Imperatriz jogando no Carlos Zamith, colocando em si uma obrigação de ‘subir uma montanha’ no jogo de volta, no Maranhão. Mesmo contra todos os prognósticos, os comandados de Renatinho conseguiram buscar o resultado e chegar nas penalidades. 

Infelicidade de Masson

Na final do primeiro turno do Campeonato Amazonense, o Manaus foi para decisão nos pênaltis contra o Amazonas. No momento das alternadas, o camisa 19 da equipe esmeraldina, Gabriel Masson, que havia entrado no segundo tempo, foi para a batida e acabou parando no goleiro Renan. Na sequência, a Onça conseguiu converter a sua cobrança e garantir o título. 

Exatos cinco meses depois, desta vez vestindo a camisa 18, Gabriel Masson entrou novamente no segundo tempo e, após o clube esmeraldino buscar o empate, o jogador chamou a responsabilidade mais uma vez nos pênaltis para tentar colocar o Manaus nas oitavas da Série D. Entretanto, assim como na final do primeiro turno, Masson acabou perdendo sua penalidade e viu o adversário fazer a cobrança seguinte e ver o Gavião cair mais uma vez em penalidades.

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