A lista possui ainda outras 24 cidades em estado de atenção e apenas 19 municípios que permanecem em condição de normalidade, conforme dados dos painéis de monitoramento.
(Foto: Agência Brasil)
O Governo do Amazonas atualizou o boletim sobre a cheia no estado, nesta quarta-feira (8). 12 municípios estão em situação de emergência, 7 em alerta; a estimativa é de que mais de 100 mil pessoas sejam afetadas pelas inundações.
Os dados, atualizados semanalmente pelo Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais, mostram que Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé, Itamarati, Juruá, Lábrea, Santo Antônio do Içá, Tabatinga e Tapauá são as cidades com o nível mais crítico e as que mais demandam ajuda por parte da Defesa Civil.
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Além destes, há outros sete municípios em um nível abaixo de risco, mas que já ligam o alerta das autoridades: Amaturá, Envira, Guajará, Ipixuna, Pauini, São Paulo de Olivença e Tonantins. A lista possui ainda outras 24 cidades em estado de atenção e apenas 19 municípios que permanecem em condição de normalidade, conforme dados dos painéis de monitoramento.
Segundo o Governo do Amazonas, 100.935 pessoas são afetadas afetadas pelas inundações no estado. Diante deste cenário, a Defesa Civil do Amazonas já contabiliza as ações de assistência. Alguns municípios recebem auxílio com kits de purificadores de água enquanto o Estado usa outras pastas, a exemplo da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), para medidas emergenciais.
Entre as ações, estão a ampliação do acesso ao crédito com aumento do limite de dispensa de garantia, facilitando financiamentos mais ágeis, além de medidas de renegociação como alongamento de prazos e concessão de carência para início dos pagamentos.
Monitoramento
A Defesa Civil do Estado informa que o monitoramento da cheia é contínuo e realizado pelo Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil, responsável por acompanhar os níveis dos rios ao longo de todo o ano. O Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais também segue trabalhando nas ações para minimizar os impactos da cheia aos afetados.