Aterro cedeu com a força da correnteza e interrompeu a passagem de veículos; vídeos mostram as pessoas tentando atravessar a nado
(Foto: Reprodução/ Internet)
Fila de pessoas presas na travessia do Rio Curuçá, na BR 319, aumenta durante a manhã desta segunda (02). O aterro que dá acesso à balsa foi rompido pela forte correnteza do curso d’água. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) diz que a situação deve ser resolvida ainda hoje.
Dezenas de pessoas passaram a manhã desta segunda-feira “ilhadas” em uma das balsas da travessia do trecho do rio. Nos vídeos que circulam pelas redes sociais, é possível ver, inclusive, que há algumas delas que se arriscam a atravessar a nado pelos restos do aterro que foi levado pela correnteza. Em outros registros, é possível perceber a fila quilométrica de veículos parados na rodovia.
De acordo com uma nota oficial da Amazônia Navegações LTDA, empresa responsável pela travessia sobre os rios Curuçá e Autaz Mirim, na BR-319, o serviço foi interrompido durante a madrugada do dia 31 do mês passado. A nota diz que apenas veículos leves e de passeio terão a travessia autorizada; no entanto, a situação mudou e nenhuma trafegabilidade é possível no trecho.
A Associação Amigos e Defensores da BR 319 se mobilizou para garantir uma opção aos trabalhadores e demais pessoas que precisam atravessar o trajeto. Uma balsa vai fazer a travessia entre o Ramal do São José e a cidade de Iranduba, nesta segunda-feira. Do município, os usuários podem chegar à Manaus através da AM 070.
(Foto: Reprodução/ Internet)
A Superintendência Regional do Dnit no Estado do Amazonas informou que as equipe estão mobilizadas e atuando no local desde o dia 1º de junho, com o objetivo de restabelecer o tráfego até esta segunda-feira, dia 2.