Justiça Eleitoral esclarece dúvidas sobre o uso da biometria e a garantia do voto nas eleições deste ano
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já está com os preparativos para as eleições deste ano em andamento, e a biometria será utilizada novamente em todas as seções para garantir a segurança do voto. No programa Manhã no Ar, transmitido pela A Crítica, a repórter Luana explicou, a pedido de Luiz e Rose, as orientações para os eleitores, abordando o que fazer caso o leitor digital não reconheça sua impressão ou se você não tiver o cadastro biométrico.
A tecnologia biométrica será empregada em todas as seções eleitorais com o objetivo primordial de aumentar a segurança do processo eleitoral e evitar que uma pessoa vote no lugar de outra. No entanto, é crucial destacar que a biometria não é obrigatória. O eleitor com o título regular poderá votar normalmente, mesmo sem o cadastro biométrico.
Caso a urna não reconheça a impressão digital do eleitor, ou se o eleitor não possuir o cadastro biométrico, ele não perderá o direito de votar. Basta apresentar um documento oficial com foto para ser identificado antes de acessar a urna eletrônica. Se o sistema ainda não identificar o eleitor, os mesários conferirão a identidade por outros meios, e, estando tudo certo com o cadastro, a votação será liberada sem a necessidade do uso da biometria.
A Justiça Eleitoral passou a utilizar a biometria desde 2008. Durante o cadastramento biométrico, são coletadas fotografias dos eleitores, as digitais de todos os dedos das mãos e a assinatura do eleitor. Essas informações adicionais ajudam a tornar as eleições mais seguras e permitem identificar possíveis registros duplicados no cadastro eleitoral.
Diante das dúvidas que surgem a poucos meses das eleições, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor confirme a situação do seu título de eleitor antes do dia da votação e, indispensavelmente, leve um documento oficial com foto no dia de votar. O direito ao voto é garantido, independentemente da biometria.