Concorrentes ao cargo de ‘Professor de Ensino Regular – Ciclo 20 horas – Manaus’ terão que refazer a prova após envelopes com o exame chegarem em uma sala com o lacre rompido nesse domingo (8)
(Escola de Tempo Integral Elisa Bessa, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste, onde ocorreu a denúncia de irregularidade. Foto: Divulgação)
A reaplicação das provas do Concurso Público da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) para cerca de 7 mil candidatos ao cargo específico de Professor de Ensino Regular – Ciclo 20 horas – Manaus, será no próximo dia 22 de julho (domingo). Conforme denúncias, envelopes de provas chegaram em uma sala com o lacre rompido nesse domingo (8).
A data foi decidida, no final da manhã desta segunda-feira (9), pela Coordenação do Certame por determinação do secretário de Educação, professor Lourenço Braga, que pediu celeridade na reaplicação das provas. “Precisávamos dar uma resposta rápida para a sociedade do meu Estado e cobrei da empresa que as provas fossem reaplicadas no menor prazo possível”, afirmou o secretário.
O Instituto Acesso de Ensino, Pesquisa, Avaliação, Seleção e Emprego (Instituto Acesso), empresa responsável pela realização do concurso, divulgará, nos próximos dias, os locais e horários para a realização do certame por meio de seu site.
Durante coletiva realizada na manhã desta segunda-feira, o secretário de Educação do Amazonas, professor Lourenço Braga, explicou os motivos da sua decisão de reaplicar as provas. “O concurso foi realizado dentro de todas as normas de segurança e com a maior seriedade e lisura. Ao percebermos uma falha humana no manuseio de um dos malotes decidimos pela reaplicação das provas para evitar qualquer tipo de desconfiança”, destacou o secretário.
Conforme Lourenço, os envelopes de provas com lacre rompido foram abertos erroneamente por um fiscal de sala antes de ele acionar dois candidatos como testemunhas. O caso aconteceu na Escola de Tempo Integral Elisa Bessa, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste. Segundo o secretário, parte dos candidatos se negou a fazer a prova ao perceberem que o lacre já estava rompido, outros a fizeram mesmo assim.
*Com informações da assessoria de imprensa.